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CRIATIVIDADE

Paraense usa drone para se "aproximar" de familiares durante quarentena

terça-feira, 24/03/2020, 11:48 - Atualizado em 24/03/2020, 11:48 - Autor: Andressa Ferreira


Tecnologia tem feito com que paraense se "aproximasse" de familiares e amigos em meio à pandemia.
Tecnologia tem feito com que paraense se "aproximasse" de familiares e amigos em meio à pandemia. | Reprodução

A tecnologia, que muitas vezes distanciou quem estava por perto, agora, em tempo de isolamento social por causa da pandemia de coronavírus, tem sido uma grande aliada para "aproximar" e diminuir a saudade de familiares e amigos. 

Respeitando a quarentena, o paraense José Cohen encontrou uma forma criativa para se "aproximar" das pessoas. Ele usou um drone para visitar seu sobrinho Gabriel, de 20 anos, de quem está há nove dias afastado devido à pandemia de Covid-19. 

"Sobrevoar a cidade com o drone, visitando meus parentes em suas sacadas dá a mim e as pessoas que acompanham uma sensação bem diferente e dinâmica de contato humano até porque eu converso com amigos e parentes em seus respectivos isolamentos e ao mesmo tempo vejo Belém e o movimento das ruas", explica Cohen. 

Veja o vídeo:

"LIBERDADE"

Poder vivenciar essa sensação em tempos de isolamento social, distanciamento, e limitação por causa do vírus, é para Cohen, um dos benefícios que a tecnologia e seu hobby estão podendo lhe proporcionar. 

"Eu não vejo a minha família há mais de uma semana. Eu poderia fazer uma ligação de vídeo, conversar com alguém no Skype ou WhatsApp, mas dá a sensação de que estamos cada um, receptor e emissor, dentro de uma caixa. É muito diferente de ver meu sobrinho, por exemplo, através do drone, em sua sacada, dentro de seu isolamento. Dentro de uma atmosfera de isolamento, conversar com parentes e amigos e ainda mostrar a cidade está permitindo ter um pouco da liberdade que esse vírus limitou a todos nós", explica ele.

E Cohen garante que as emoções não vão parar por aí. Ele promete uma grande surpresa para os pais, que são idosos e estão no grupo de maior vulnerabilidade. 

"Meus pais são idosos e estou há muito tempo sem vê-los. Também estou programando percorrer vários bairros, chegar junto e falar com a pessoa, mostrar como anda a cidade. Tudo vai dar certo, seu Deus quiser a gente vai conseguir sair dessa e superar essa dificuldade. Acho que haverá emoções diferentes daqui para frente, coisas que a tecnologia pode proporcionar", concluiu ele. 

E você, internauta, se tivesse oportunidade, de quem gostaria de se "aproximar" nesse momento?

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