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CPI DA COVID

Bolsonaro é comparado a Hitler por senador do Amapá

Como na Alemanha nazista, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que a história vai julgar quem foi o responsável pelo atual cenário catastrófico no Brasil. O vice-presidente da CPI foi criticado pelas declarações contra o presidente da República.

segunda-feira, 03/05/2021, 15:36 - Atualizado em 03/05/2021, 15:54 - Autor: Com informações UOL


o vice-presidente da CPI da Covid no Senado, Randolfe Rodrigues, comparou Bolsonaro a Adolf Hitler
o vice-presidente da CPI da Covid no Senado, Randolfe Rodrigues, comparou Bolsonaro a Adolf Hitler | Reprodução

Diante do avanço do número de mortos pelo novo coronavírus no Brasil, o vice-presidente da CPI da Covid no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que a história vai julgar quem foi o responsável por este cenário catastrófico.

O senador comparou o atual cenário nacional citando as mortes que ocorreram nos campos de concentração da Alemanha, na época de Adolf Hitler.


"Existia campo de concentração na Alemanha que levou ao morticínio de judeus. Existe morticínio em curso no Brasil hoje. Em algum momento a história vai julgar quem foi responsável por isso. Quem for o responsável por isso passará para a história da mesma forma que Hitler passou. A história tem espaço pra honra e para desonra, pra glória e vergonha. Cada um escolhe o lado que quer entrar pra história."

Na contramão de Randolfe, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE), considerou a declaração do colega de Senado agressiva e disse que, mesmo com divergências em relação à postura do presidente Bolsonaro na gestão da pandemia, esse tipo de comparação é "deselegante". 


"A história vai mostrar. A gente tem o trabalho de ajudar a história a mostrar, se tiver serenidade. A história está mostrando o que governos anteriores fizeram no país", disse Girão, membro da CPI da Covid.

Em complemento, Girão afirmou: "defendo o Brasil. Acredito que só esse governo ter tirado o PT do poder já fez papel histórico. Como vai ser daqui pra frente, temos que ter serenidade, mas não podemos antecipar calendário eleitoral no momento que está vivendo agora, enquanto batemos papo tem jeito precisando de leito".

As declarações do parlamentares foram feitas na manhã desta segunda-feira (03/05), durante o UOL Debate, conduzido pela apresentadora Fabíola Cidral e pelo colunista Josias de Souza.

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