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PALAVRA DO TÉCNICO

Hélio dos Anjos: 'Tem muita coisa pra acontecer'

quinta-feira, 25/07/2019, 07:53 - Atualizado em 25/07/2019, 07:53 - Autor: Onildo de Melo Lima


O fato de o Paysandu permanecer à porta do G4 da Série C do Brasileiro, após a 13ª rodada da competição, com o time bicolor ocupando a 5ª posição, com 19 pontos, mesmo número do Clube do Remo, 4º colocado, com melhor saldo de gols (3 a 1), não foi levado muito em conta pelo técnico Hélio dos Anjos. O treinador afirmou que, claro, gostaria de ter derrotado o Volta Redonda-RJ, na última segunda-feira, no Mangueirão, mas que estar “marchando” com o “pelotão” de frente do Grupo B “não seria a melhor coisa do mundo.” O treinador justificou o seu pensamento.

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“Ninguém é criança e sabe que o campeonato está muito aberto”, afirmou. “Temos confrontos diretos dos times que estão na frente. Se for olhar na teoria, dos times que estão na frente, o que tem o adversário com mais problema é o Remo, dos que estão direto”, apontou o treinador. “O Ypiranga-RS tem adversário forte, nós temos adversário forte, o Juventude-RS e o São José-RS é um confronto direto e eu sei o que é essa rivalidade”, destacou Hélio. “Então a gente sabe que tem muita coisa pra acontecer”, diz.

O Clube do Remo enfrenta o lanterna da chave, o Atlético-AC, fora de Belém, enquanto o Ypiranga, 6º colocado, com 18 pontos, e o Paysandu, terão pela frente o Tombense-MG e o Boa Esporte-MG, que ocupam a 8ª e 7ª colocações, com 14 e 13 pontos, respectivamente. Após o empate em casa, o Papão, que reunia, segundo o site Chance do Gol, 64,7% de possibilidade de classificação à segunda fase do campeonato, agora tem 56,7% de chances de seguir no campeonato.

O último resultado ainda não foi bem digerido

O empate, sem gols, diante do Volta Redonda-RJ, na última segunda-feira, cujo sabor foi de derrota, ainda não foi de todo superado pelos jogadores do Paysandu. Pelo menos foi que disse, ontem, na Curuzu, o volante Wellington Reis. “A gente fica meio de ressaca”, disse. “A gente jogou o tempo todo no campo do adversário, que acabou sendo feliz pelo que propôs buscar aqui em Belém”, declarou o atleta, procurando, em seguida, levantar o astral, visivelmente abalado pelo tropeço.

“Temos o próximo jogo e precisamos levantar a cabeça. Não dá para ficarmos só lamentando”, afirmou Reis. O meio-campista procurou suavizar a improdutividade do setor de ataque, que, como mostrou ontem o DIÁRIO, tem sido bastante negativo, deixando de marcar gols como se esperava. “O ataque tem nos ajudado muito nos números defensivos. Hoje em dia não tem mais a barganha de o ataque não marcar”, disse Reis. Apesar de o retrospecto do time, sobretudo em casa, não estar convencendo, Reis afirmou confiar na ida do Papão à segunda fase do torneio.

“Acredito que nosso time tem evoluído muito bem nessas últimas rodadas, se Deus quiser, possamos chegar fortes no ‘mata-mata’ do campeonato”, comentou. O jogador reclamou do que ele apontou como retração dos adversários nos jogos em Belém. “Todos vem para jogar retraído contra a gente. Tem sido assim no meu ponto de vista. Nos jogos fora, os adversários se abrem mais”, comparou o jogador como uma espécie de justificativa para o Papão pontuar mais fora de casa do que em seus domínios.

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