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Extremistas presos no Brasil defendiam rolha no ânus para evitar coronavírus

sábado, 23/05/2020, 11:19 - Atualizado em 23/05/2020, 11:19 - Autor: Com informações do portal Metrópoles


Extremistas que ameaçavam matar juízes defendiam uso de rolha no ânus para evitar propagação do coronavírus.
Extremistas que ameaçavam matar juízes defendiam uso de rolha no ânus para evitar propagação do coronavírus. | Reprodução

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Célio Evangelista Ferreira do Nascimento, 79 anos, e Rodrigo Ferreira, presos em um residencial de luxo no Distrito Federal, falam sobre um ofício produzido e, supostamente, enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do portal Metrópoles.

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No documento, o grupo, chamado de “comando da intervenção”, solicita medidas de combate contra o novo coronavírus. A sugestão dos extremistas é a aquisição de rolhas pelo governo, para colocar no ânus das pessoas. 

Na gravação, publicada no canal da dupla no YouTube, o advogado Rodrigo Ferreira solicita que “se estabeleça a obrigatoriedade do uso de rolha no ânus para todas as pessoas”.

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Segundo Ferreira, "o coronavírus se propaga pelas gotículas do espirro, da tosse e da respiração. Logo, é obvio, que esse vírus também se transmite pelo peido, a flatulência". Logo, o advogado pede que "seja decreto determinativo o uso da rolha no ânus com multa de R$ 500 para a primeira notificação e R$ 1 mil para a reincidência. No caso de persistir a conduta da pessoa em impedir de ‘rolhar o ânus’ seja o infrator preso e condenado a quarentena perpétua na ‘ilha das cobras’, junto com a bandidagem terrorista que o órgão executor do estado de sítio eliminará”.

PRISÕES

Vale lembrar que os extremistas Nascimento e Ferreira foram presos na última quinta-feira (21) no residencial de luxo Lake Side, localizado às margens do Lago Paranoá, em operação conjunta da Polícia Civil (PCDF) e do Ministério Público do DF (MPDFT).

De acordo com o chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), Giancarlos Zuliani, há a possibilidade de que a dupla faça parte "de um grupo com pensamento antidemocrático voltado para a atuação do estado de sítio por militares", com cartilhas e material impresso com "provas das ameaças com a lista dos e-mails de juízes".

Ainda segundo Zuliani, a investigação apontou que o grupo recebia financiamento para produção de vídeos, por meio de "pessoas financiadas" e que "moram em um local com aluguel caro, possuem veículos e gastam combustível para rodar o dia inteiro divulgando o material". 

Um dos suspeitos, Célio Evangelista, tem 79 anos e se apresenta como “Presidente Constituinte da República”. Em vídeo, ele faz ameaças a diversas autoridades, entre as quais, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB): “Morte aos demônios“. O outro acusado preso é Rodrigo Ferreira, de 40 anos.

A polícia investiga a origem do financiamento para saber se há políticos ou partidos envolvidos. 

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