Edição do dia

Edição do dia

Leia a edição completa grátis

Previsão do Tempo
24°
cotação atual R$
SHOW DEDICADO A CULTURA

Gigi Furtado canta com a Amazônia Jazz Band em show transmitido no YouTube

Programação ocorre ao longo do dia.

terça-feira, 12/01/2021, 09:05 - Atualizado em 12/01/2021, 09:05 - Autor: Lais Azevedo


O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), também celebra os 405 anos de fundação da cidade com diversas atividades ao longo do dia. Dentro da programação oficial, destaca-se a live musical da Amazônia Jazz Band, com participação especial da cantora Gigi Furtado, às 21h, no canal da Secult no YouTube. Os artistas Edgar Matos (piano), Augusto Meireles (baixo), Harley Bichara (sax) e Mariano Primo (bateria) vão encantar o público com as músicas “Pauapixuna”, “Belém-Pará-Brasil”, “Solange”, “A Rã” e “Foi Assim”.

O repertório também inclui canções que serão interpretadas por Gigi, como “Pecados de Adão”, de Elói Iglesias; “Bom Dia Belém”, de Edyr Proença; “Flor do Grão-Pará”, de Chico Sena; “A Força que Vem das Ruas”, de Toni Soares; e “Ao Pôr do Sol”, de Dino Souza e Firmo Cardoso. O pocket show será transmitido do foyer do Theatro da Paz. “A programação está muito bonita, eu estou ansiosíssima”, comenta Gigi.

A cantora assinala como uma honra ser convidada a estar na programação oficial. “Até porque Belém é repleta de grandes intérpretes. Estar ali representando todo esse clã de grandes artistas me deixa muito feliz, e vou cantar as músicas que têm essa memória afetiva que nós temos pela ‘mangueirosa’”, adianta.

 

"Vou cantar as músicas que têm essa memória afetiva que nós temos pela ‘mangueirosa’”, Gigi Furtado, cantora
"Vou cantar as músicas que têm essa memória afetiva que nós temos pela ‘mangueirosa’”, Gigi Furtado, cantora Reprodução
 

Para Gigi, além da beleza das músicas existe o afeto ligado à cada canção. “Artistas de fora podem até cantar de forma bonita as músicas que contam a história de Belém, mas não têm essa compreensão maior que temos quando se fala da ‘chuva das duas’, quando a gente canta sobre ‘o poder que vem das ruas’ e fala de Pinduca, Cupijó, Verequete, do Pavulagem... É um presente fazer uma homenagem a Belém, a esses grandes artistas que levam o nome de Belém, é maravilhoso festejar seus 405 anos”,pontua.

Além do show, às 16h, pelo mesmo canal da Secult no YouTube, será transmitida uma aula ministrada pelo professor Relivaldo Pinho, com o tema “Belém no Cinema Regional”. Durante a live, o professor vai analisar a representação da cidade de Belém na produção cinematográfica paraense e explicitar as diferentes formas estéticas e experiências em variados períodos históricos.

EXPOSIÇÕES

Entre as programações presenciais que ocorrem hoje está ainda a abertura, às 9h, da mostra “Belém, 405 Anos de História e Memória”. Ela segue aberta para visitação em dias úteis, das 8h às 14h, até o dia 29 de janeiro, no Arquivo Público do Estado do Pará. De acordo com os protocolos de saúde, será permitida a entrada de até duas pessoas por vez e o uso de máscaras é obrigatório no espaço.

De acordo com o diretor do Arquivo, Leonardo Torii, a exposição ajuda a visualizar as diversas mudanças pelas quais Belém passou ao longo do tempo. “Temos documentos do período colonial, imperial e republicano, que nos fazem refletir sobre a cidade que queremos para o futuro a partir desses retalhos deixados pelo passado. Essa é a mola da história: buscar compreender o passado para melhor entender o presente e projetar um futuro viável”, explica.

Entre os documentos históricos presentes na mostra está uma carta de sesmaria de Theodoreto Soares Pereira, de 1728, que marca o início da ocupação do bairro do Guamá; um ofício da Câmara de Belém ao Presidente da Província, Soares de Andréa, solicitando autorização para a construção de uma ponte no Ver-o-Peso, que foi paralisada devido aos combates da Cabanagem; além de fotos da cidade, do final do século 19 e início do 20.

Também hoje, às 18h, será aberta a exposição “Encharcada”, na Galeria Fidanza, localizada no Museu de Arte Sacra, com apresentação do Trio Andaluz. Será exposto o trabalho de 11 fotógrafos convidados, destacando uma “Belém ribeirinha”. Um dos destaques é a obra “Das Águas, Os Peixes”, de Miguel Chikaoka. A mostra também homenageia o escritor, jornalista e historiador Leandro Tocantins, com a presença do “Mapa Pitoresco da Cidade de Belém” que ilustra o livro do artista.

“A exposição é um exercício de olhar para uma memória muito particular e especial da cidade, que é uma Belém de todas as águas, banhada pelo rio e pela chuva da tarde. Esta capital quadricentenária tem na água muito de sua cultura, hábitos, costumes, gostos e odores que marcam a paisagem. A partir disso, procuramos selecionar obras que tivessem diálogo com esse elemento”, explica Dayseane Ferraz, uma das curadoras da exposição.

VEJA

- Mostra “Belém, 405 Anos de História e Memória”

Abertura: Hoje, às 9h

Visitação: Até dia 29, de segunda a sexta, das 8h às 14h

Onde: Arquivo Público do Estado do Pará (Tv. Campos Sales, 273 - Campina)

Quanto: Gratuito

- Aula Virtual “Belém no Cinema Regional”

Com Prof. Dr. Relivaldo Pinho

Quando: Hoje, às 16h

Onde acompanhar: YouTube/Secult Pará

- Exposição “Encharcada”

Abertura: Hoje, às 18h, com apresentação do Trio Andaluz

Visitação: Até 26 de fevereiro, de terça a domingo, das 9h às 17h

Onde: Galeria Fidanza (Museu de Arte Sacra, s/n, Complexo Feliz Lusitânia - Cidade Velha)

- Live da Amazônia Jazz Band com Gigi Furtado

Quando: Hoje, às 21h

Onde: YouTube/Secult Pará

Conteúdo Relacionado


0 Comentário(s)

MAISACESSADAS