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Empresa lança hambúrguer chamado de 'Maria da Penha' e é detonada nas redes sociais

segunda-feira, 26/11/2018, 14:57 - Atualizado em 26/11/2018, 15:22 - Autor:


Uma hamburgueria causou uma grande polêmicas na web durante o final de semana e chegou a apagar as páginas das redes sociais por causa do nome de um sanduíche: a Kau Hamburgueria, da cidade de Salto (SP), resolveu batizar o novo hambúrguer com o nome de “Maria da Penha”. No entanto, o público definitivamente não aprovou a brincadeira.


O sanduíche é feito com alho-poró, bacon, muçarela e repolho-roxo, mas não foi bem recepcionado pelo público por causa do nome. Depois de uma reação furiosa dos clientes por meio do Facebook, a direção do estabelecimento não pediu desculpas pela brincadeira sem graça e decidiu apenas trocar o nome do lanche para “Censurado”.


 


 




Imagem: Reprodução


 


Diante da reação dos usuários, o dono do estabelecimento, André Buzzo, apagou todas as páginas da hamburgueria das redes sociais. Em seu perfil no Facebook, publicou um texto sobre o ocorrido.


“Tiramos a página do Kau e o perfil do Instagram do ar devido a ataques virtuais – para mim, é quase um vírus, onde o que importa é o engajamento e não a solução dada – que pensam que os meios justificam os fins. Me cobram respeito, e o que menos demonstram é o requerido”, escreveu André.


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Imagem: Reprodução




Violência doméstica e familiar


Sancionada em agosto de 2006 pelo ex-presidente Lula, a Lei Maria da Penha é um dispositivo legal de coerção contra as violências doméstica e familiar. O texto estabelece mecanismos de prevenção e punição deste tipo de ato, além de dispor sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.


O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Maia Fernandes, uma farmacêutica brasileira que sofreu duas tentativas de assassinato por seu marido, o professor colombiano Marco Antonio Heredia Viveros, durante a década de 1980.


Por causa do grau de violência das agressões sofridas – na primeira vez, ele atirou nela; na segunda, tentou eletrocutá-la durante o banho –, ela ficou paraplégica. O agressor foi condenado em outubro de 2002, apenas seis meses antes da prescrição do crime.


(Com informações do portal Metrópoles)

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