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PALÍNDROMO

Data de hoje é considerada rara. Saiba o que isso pode mudar na sua vida

quarta-feira, 09/10/2019, 18:01 - Atualizado em 09/10/2019, 18:04 - Autor: Tomas Tavares


A data de hoje é um palíndromo
A data de hoje é um palíndromo | Reprodução

Hoje é 9/10/19. Se formos ler a data ao contrário, teremos o mesmo 9/10/19. Esse dia é considerado raro no calendário de alguns países, inclusive no Brasil.

Sabe o que isso pode mudar na sua vida? Praticamente NADA!

Mas para você não sair daqui de “mãos abanando”, vamos te explicar o que é um palíndromo: uma palavra, frase, data número ou outro tipo de sequência que pode ser lida tanto da direita para esquerda quanto ao contrário.

O fenômeno linguístico ocorre com palavras, como “mirim”, “reviver”, e “sopapos” e se estende para frases mais elaboradas. Um dos palíndromos mais famosos é: Socorram-me. Subi no ônibus em Marrocos. Se lermos a oração de trás para frente, teremos a mesma frase lida anteriormente.

Pronto! Pelo menos essa data serviu para você aprender o que é um palíndromo (já mudou algo na sua vida, caso você não soubesse, né?)! Veja algumas frases semelhantes (via Toda Matéria):

A base do teto desaba.

A cara rajada da jararaca.

Acuda cadela da Leda caduca.

A dama admirou o rim da amada.

A Daniela ama a lei? Nada!

Adias a data da saída.

A diva em Argel alegra-me a vida.

A droga do dote é todo da gorda.

A gorda ama a droga.

A grama é amarga.

Aí, Lima falou: “Olá, família!”.

Ajudem Edu, já!

A lupa pula.

A mãe te ama.

A mala nada na lama.

Ame o poema.

A miss é péssima!

Amo Omã. Se Roma me tem amores, amo Omã!

Anotaram a data da maratona.

A pateta ama até tapa.

Após a sopa.

Arara rara.

À Rita, sátira!

A Rita, sobre vovô, versos atira.

A rua Laura.

Assim a aia ia à missa.

Ato idiota.

A torre da derrota.

E até o Papa poeta é.

Irene ri.

Laço bacana para panaca boçal.

Lá vou eu em meu eu oval.

Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na moda da romana: "anil é cor azul".

Luz azul.

Mega bobagem.

Me vê se a panela da moça é de aço, Madalena Paes, e vem.

Missa é assim.

O céu sueco.

O galo ama o lago.

Olá, galo!

Olé! Maracujá, caju, caramelo.

O lobo ama o bolo.

O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro.

O teu dueto.

Ótimo, só eu, que os omito.

Oto come mocotó.

O trote torto.

Rir, o breve verbo rir.

Roma é amor.

Roma me tem amor.

Saíram o tio e oito Marias.

Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces.

Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos.

Zé de Lima, Rua Laura, mil e dez.


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