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Grupo de paquera exclusivo para seguidores do presidente, 'Bolsoteiros' é sucesso na web

terça-feira, 12/02/2019, 19:47 - Atualizado em 12/02/2019, 19:47 - Autor:


No que depender da vontade dos eleitores de Bolsonaro, o Tinder deve estar com seus dias contados. Um grupo de admiradores das ideias do presidente lançou um grupo de paquera exclusivo para “bolsonaristas” que está fazendo o maior sucesso na internet. Os “Bolsoteiros” foi criado no final do ano passado, mas ganhou um impulso recente: de seus mais de 3.600 membros, cerca de 2 mil entraram nos últimos 30 dias.


O grupo já conta com seguidores de todo o Brasil, todos em busca de uma alma gêmea “alinhada” ao seu posicionamento político. Em tempos de radicalismo político e quase impossibilidade de amores ideologicamente divergentes, o espaço foi criado para reunir "admiradores e eleitores" de Bolsonaro que queiram "conhecer pessoas especiais".


A foto do grupo é uma montagem de Bolsonaro fantasiado de Santo Antônio, o santo casamenteiro. Ele segura uma placa com uma promessa: "Trago amor em 17 dias". Se a paixão bolsonarista demora quase três semanas para brotar, o número de seguidores no grupo avançou mais rápido que isso.


Quando a solicitação para participar do grupo é realizada, o usuário recebe três perguntas. A primeira dela é: "Vc pode incluir, ao menos, 03 (três) HOMENS SOLTEIROS a este grupo?", resultado da predominância de mulheres. A segunda é: "Você é solteiro (a)? Seja honesto (a) na resposta, por favor". A terceira, por fim, é: "Vc se compromete a respeitar as regras e denunciar postagens indevidas e atos ilícitos?".


As regras do grupo incluem a proibição da participação de pessoas comprometidas, a divulgação de notícias falsas e a publicação de conteúdos de sexo ou violência. É incentivado, por outro lado, "propagar mensagens lúdicas, naturais e com conotação de harmonia, de amizade, flertes saudáveis, namoro, objetivando despertar nos membros interesses mútuos de compatibilidade e percepções amigáveis e sensitivas a romance".


O crescimento recente do grupo trouxe problemas. De acordo com a criadora, muitos “petistas” estão tentando entrar, o que fez com que ela ficasse mais rigorosa ao analisar se aprova ou não os pedidos. Outra dificuldade são os comprometidos. "Eu olho para ver se tem alguma coisa relacionada ao Bolsonaro. Se não tiver nada nem a favor nem contra, e a pessoa for solteira, eu aceito. Muitos casados tentam entrar. Muitos, muitos. Mas a gente bloqueia, não deixa entrar", explicou ao jornal Extra.


(Fonte: Extra)

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