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Curiosidades

‘Vício’ em roer unhas acomete cerca de 30% da população mundial

terça-feira, 21/08/2018, 11:11 - Atualizado em 21/08/2018, 12:36 - Autor:


Roer as unhas é um problema comum e o hábito, por alguns encarado como ‘vício’, acomete cerca de 30% da população mundial. Em geral, costumamos atribuir o ato à ansiedade, fome, frustração ou simplesmente ao tentar completar uma tarefa difícil.


Recentemente foi publicado um estudo na revista especializada “Iranian Journal of Medical Sciences” que afirma que roer as unhas é um problema que não pode ser resolvido pela psiquiatria, psicologia, medicina e odontologia.




Foto: Spike55151/Visual Hunt


TRANSTORNOS


Além de afetar pessoas de qualquer idade, a ‘onicofagia’ (termo técnico) pode levar a problemas psicossociais e ter um impacto negativo na qualidade de vida, é o que afirma outro estudo de 2016.


A lista de problemas é extensa: o ‘roedor’ pode ter problemas ‘na unidade ungueal (da unha) e na cavidade oral’. Alguns pesquisadores acreditam que seja um problema tão difícil de ser tratado que é preciso um esforço multidisciplinar, envolvendo dermatologistas, pediatras e dentistas.


Só para se ter uma ideia, a própria Associação Americana de Psiquiatria incluiu a onicofagia na lista de transtornos obsessivos-compulsivos (TOC). É claro que nem todos os psiquiatras concordam; eles defendem que a conduta é motivada por ansiedade.



 


GENÉTICA


Alguns estudos vão além e afirmam que o que move a onicofagia não é a ansiedade, mas o perfeccionismo. Outros dizem que é um método relaxante encontrado por muitos, assim aliviando a irritação, tédio ou a insatisfação.


Mas há um estudo que afirma se tratar de uma predisposição genética, já que existem pesquisas que mostram que um um terço dos que roem as unhas têm familiares com o mesmo hábito e que é comum entre gêmeos.


TRATAMENTO


Deixar de roer as unhas pode ser difícil, mas existe um tratamento, apesar de ser muito difícil para os ‘praticantes’. Broncas dos pais e amigos, substâncias com sabores desagradáveis colocadas nos dedos, terapias ou dispositivos (como pulseiras) para corrigir vícios com uso de choques elétricos são algumas das alternativas utilizadas.


(Com informações da BBC)

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