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Casa do Tarcísio Meira em Belém? Conheça a história real

A foto de uma casa que seria do ator Tarcísio Meira na capital paraense fez sucesso nas redes sociais. O DOL foi atrás para saber a verdade sobre essa história

sexta-feira, 24/07/2020, 21:39 - Atualizado em 24/07/2020, 22:08 - Autor: Fernanda Palheta


A casa apontada como sendo do ator Tarcísio Meira. Foi construída em 1978.
A casa apontada como sendo do ator Tarcísio Meira. Foi construída em 1978. | Reprodução/Google Maps

Os dois casarões localizados na avenida Júlio César, no bairro de Val-de-Cans, em Belém, chamam atenção não somente pela imponência e gigantesca estrutura, mas especialmente porque uma delas carrega consigo o estranho título de pertencer ou ter pertencido ao ilustre ator Tarcísio Meira. Como essa história ganhou vida? Ninguém sabe.

“Dizem que essa história começou porque ele [Tarcísio Meira] se hospedava no hotel em frente, o antigo Vila Rica. Já nos encontramos e o ator sabe dessa história e brincou com a nossa família, perguntando se estávamos cuidando bem da ‘casa dele’”, contou Patrícia Heitmann, neta de Joaquim Godinho, quem construiu ambas propriedades.

“Moramos lá até vender para o atual proprietário. A história do Tarcísio Meira, na verdade, começou na casa ao lado, a que tem o cata-vento, que também foi construída pelo meu avô e foi onde eu nasci”, explica.

Segunda casa construída pelo avô de Patrícia, Joaquim Godinho, em 1988.
Segunda casa construída pelo avô de Patrícia, Joaquim Godinho, em 1988. Reprodução/Google Maps
 

Infância e família

Em uma época onde não existia a atual avenida Júlio César duplicada, Patrícia relembrou ao DOL como foi crescer e viver com a família na imensa “casa de Tarcísio Meira”, essa mesma do cata-vento, construída em 1978. “Eram meus avós maternos, meus pais, eu e meus dois irmãos. Foi uma infância muito feliz, brincávamos demais e recebíamos muita gente”, diz, saudosa.

“A casa tinha dois andares, chafariz e cata-vento em um jardim lindo, com duas palmeiras imperiais na frente e um Pinheiro, que era decorado todos os anos no mês de dezembro para o Natal”, detalha Patrícia, que aparece no antigo registro abaixo com os irmãos.

Patrícia e os irmãos Lucas e Priscilla.
Patrícia e os irmãos Lucas e Priscilla. Foto cedida por Patrícia Heitmann
 

Em 1988, a segunda casa foi construída, ano em que todos decidiram se mudar. O espaço era maior, planejado e preservava a união de todos os sete integrantes da família. Eventualmente, as crianças cresceram, ganharam asas e seguiram seus rumos. “Meus avós estão vivos: meu avô está com 93 anos e minha avó com 89. Eles venderam a casa e hoje moram em um apartamento com meus pais. A casa estava sempre repleta de pessoas queridas e fez parte da infância e adolescência de vários amigos nossos”, completa.

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