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Bizarro

Quase 30 anos depois, caso de mulher assassinada por palhaço é resolvido

segunda-feira, 02/10/2017, 09:35 - Atualizado em 02/10/2017, 10:14 - Autor:


Quase três décadas depois, a polícia da Flórida acredita ter solucionado um caso bizarro de homicídio que ocorreu em maio de 1990. Marlene Warren foi morta a tiros por um palhaço que bateu em sua porta para entregar balões e um buquê de flores.


"O palhaço tinha dois balões e um buquê de flores e foi entregar os itens à Marlene — recontou a detetive Paige McCann em coletiva de imprensa nesta terça-feira, segundo o “Guardian”. — Ela foi receber os presentes e comentou: “que lindo”. Foi neste momento que o palhaço puxou uma arma e atirou contra o seu rosto.


O caso foi encerrado sem conclusão, mas reaberto por McCann em 2014. Após o reexame das evidências, novas entrevistas com testemunhas e análises tornadas possíveis por avanços da tecnologia de DNA, a detetive identificou a suspeita: Sheila Keen, hoje com 54 anos, que na época do crime era amante do marido da vítima e, após a morte de Marlene, se tornou sua segunda esposa.



Sheila foi detida na terça-feira em Virgínia, onde vive com Michael Warren, o viúvo de Marlene, desde que se casaram em Las Vegas, em 2002. Michael também estava no veículo, mas foi liberado. Ao ser questionada se ele também estaria envolvido com o crime, a detetive afirmou apenas que “o caso ainda está em andamento”.


O promotor público de Palm Beach, David Aronberg, informou que Sheila será extraditada para a Flórida para responder pela acusação de homicídio. "A pena potencial neste caso é prisão perpétua, ou até mesmo pena de morte", comentou.


Na investigação inicial, Sheila e Michael foram exaustivamente interrogados, e os investigadores chegaram a descobrir que Sheila havia se vestido como palhaço numa promoção de uma loja de veículos, mas nenhuma acusação foi feita e o caso ficou sem solução. Ric Bradshaw, xerife de Palm Beach, contou que na ocasião os detetives ficaram desconcertados com as circunstância extraordinárias do assassinato.


A polícia não confirmou se Michael Warren esteve ou não envolvido no assassinato de sua primeira esposa pelas mãos da então amante, que veio a se tornar sua segunda mulher.


(Com informações do Portal do Holanda)

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