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Cientistas descobrem besouro que sobreviveu após ser comido e defecado por sapo

quinta-feira, 06/08/2020, 18:19 - Atualizado em 06/08/2020, 18:19 - Autor: Com informações R7


Segundo pesquisa, a espécie de escaravelho é capaz de andar pelo intestino de sapos e sair ainda vivo pelo ânus.
Segundo pesquisa, a espécie de escaravelho é capaz de andar pelo intestino de sapos e sair ainda vivo pelo ânus. | Divulgação/Universidade de Kobe

Cientistas japoneses descobriram uma estranha espécie de escaravelho capaz de vencer o aparelho digestivo após ser devorado por um sapo e sair vivo da empreitada. Após ser comido, ele consegue ir direto para o sistema digestivo do animal, e de lá é excretado.

Divulgação/Universidade de Kobe
 

O estudo foi feito pela Universidade de Kobe, no Japão, e publicado no periódico científico Current Biology. De acordo com os pesquisadores, o inseto da espécie Regimbartia attenuata entra no trato intestinal do sapo e de lá é "expulso" ileso.

Divulgação/Universidade de Kobe
 

A façanha foi gravada em um vídeo, onde o inseto foi expedido menos de 2 horas depois de ser devorado.

Divulgação/Universidade de Kobe
 

Para os especialistas, o besouro pode ficar no estomago do sapo de seis minutos a dois dias. Os pesquisadores já conheciam as habilidades de sobrevivência da espécie, mas até flagrarem ele saindo ileso, achavam que o animal era expulso ainda na boca do predador.

Divulgação/Universidade de Kobe
 

O estudo concluiu que "cerca de 90% dos besouros devorados foram defecados vivos em no máximo 6 horas". Para o estudo, os cientistas prenderam as patas de alguns dos besouros, e todos eles morreram, o que sugere que a tática de sobrevivência envolva ele aprender a andar dentro do intestino dos sapos.

Divulgação/Universidade de Kobe
 

Divulgação/Universidade de Kobe
 

"Um pequeno besouro conseguir nadar ativamente através de um sistema digestivo é peculiar e surpreendente. Estamos muito surpreendidos também", afirmou Carla Bardua, bióloga evolucionista do Museu de História Natural de Londres, em entrevista ao jornal New York Times.


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