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CURIOSIDADE

A história do Monteiro Lopes: o famoso doce tem várias versões de origem. Conheça!

sábado, 27/06/2020, 11:14 - Atualizado em 27/06/2020, 11:24 - Autor: Com informações do blog Juarez Silva e Fabio Romero


O biscoito é muito apreciado e presente na memória afetiva dos paraenses.
O biscoito é muito apreciado e presente na memória afetiva dos paraenses. | Reprodução

O nome "Monteiro Lopes", é uma homenagem à família que criou a receita. Emiliana Moraes, paraense, conta a seguinte história: Entre 1850 e 1890, em Santa Maria de Belém do Grão Pará, existiam duas padarias: uma na Oriental do Mercado Ver o Peso e a outra na Ocidental do mesmo mercado (antiga Cidade Velha, bairro de Belém do Pará). Uma era propriedade de Manuel Monteiro, um mulato e a outra de Antônio Lopes, um português. Eram concorrentes e, por tradição, cada um produzia um biscoito de cores e paladares diferentes. Os filhos de ambos, após a morte dos pais, se casaram e deixaram de ser concorrentes, juntando cores e sabores num só biscoito, nascendo assim o Monteiro Lopes. 

Monteiro Lopes, a real história da iguaria paraense | Blog do Juarez

Update: Circula em alguns blogs uma segunda versão da história: era um juiz, e negro. Chamava-se Agnano Monteiro Lopes, chegou a desembargador e presidente do Tribunal de Justiça do Pará. Dizia-se que era a bondade em pessoa; que era íntegro e honrado. Uma doceira beneficiou-se dessa bondade, e resolveu colocar calda de chocolate sobre o biscoito branco que fazia habitualmente. Um biscoito todo escuro, com o interior branco.

O doce é na verdade uma espécie de biscoito, preparado em massa delicada, levemente crocante, além de conter uma cobertura com chocolate empanada em açúcar refinado. Não confundir com casadinho.

Outra versão:

O nome "Monteiro Lopes", seria também uma homenagem à família que criou a receita. Emiliana Moraes, paraense, conta a seguinte história: Entre 1850 e 1890, em Santa Maria de Belém do Grão Pará, existiam duas padarias: uma na Oriental do Mercado Ver o Peso e a outra na Ocidental do mesmo mercado. Uma era proprietária de Manuel Monteiro, um mulato e a outra de Antônio Lopes, um português. Eram concorrentes e, por tradição, cada um produzia um biscoito de cores e paladares diferentes. Os filhos de ambos, após a morte dos pais, se casaram e deixaram de ser concorrentes, juntando cores e sabores num só biscoito, nascendo assim o Monteiro Lopes.

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