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Top Ten: a gente somos inútil

segunda-feira, 20/03/2017, 18:25 - Atualizado em 20/03/2017, 18:25 - Autor:


S10

(divulgação/Chevrolet)

A entrada de ar em cima do capô da antiga S10 (preta) era um trapézio, com 54 cm de largura na boca, 57 cm de comprimento e, perto do pára-brisa, largura de 74 cm. Quase meio metro quadrado para… nada. O scoop é falso.

Stilo

(divulgação/Quatro Rodas)

Carros de prestígio têm mais de uma saída de escapamento (indício de que há um motor V6 ou V8), com ponteira cromada. A fim de prestigiar o Stilo, a Fiat pôs duas molduras cromadas no pára-choque. A da esquerda fica logo acima do escapamento verdadeiro.

Captiva

(divulgação/Chevrolet)

Os utilitários Chevrolet são coerentes: se o ar não entra pelo scoop de capô (na S10), também não precisa sair. A grade no pára-lama dianteiro do jipinho serve apenas para arejar o visual. Ela existe nas variações do Captiva mundo afora, menos no Saturn VUE.

Mégane

(arquivo/Quatro Rodas)

No Mégane europeu, o sensor atrás da maçaneta notava a chegada da mão e, se a antena identificasse a chave-cartão (que poderia estar no bolso), o carro abria. Como o Mégane brasileiro não tinha isso, a tampinha preta atrás da maçaneta erá só uma tampinha preta atrás da maçaneta.

Palio 1.8R

(arquivo/Quatro Rodas)

Fibra de carbono nasceu como recurso para livrar peso, substituindo o aço em peças estruturais. Sua aparência (um entrelaçado cinza e preto) virou sinal de prestígio. No Palio 1.8R de 2008, o desenho desse entrelaçado virou um adesivo. Não reforça a estrutura e acrescenta peso.

Bora

(arquivo/Quatro Rodas)

Bora, Fox, Polo e Golf tinham rodas com esses parafusos, que parecem do tipo Allen. Poderiam ser bons para evitar furto, mas… são enfeite. Meras tampinhas de plástico, que você precisa tirar antes de mexer nos parafusos (comuns). Cuidado para não perder.

C4 Pallas

(arquivo/Quatro Rodas)

Repare nos quatro botões giratórios (dentados) à frente das teclas de atalho. Três servem para alguma coisa, mas o de baixo, à esquerda… Num carro de tantos mostradores, você gira e fica procurando o que mudou. Não acontece nada, está ali só para equilibrar o desenho.

Xsara Picasso

(arquivo/Quatro Rodas)

A grade da primeira geração da Picasso era fechada, servia apenas ao estilo. Faz tempo que o motor se basta com as entradas de ar do pára-choque. No Passat alemão de 1988, a Volks aproveitou isso para matar a grade e dar função a uma peça inútil: o motor respirava pelos furinhos do logotipo VW.

CrossFox

(arquivo/Quatro Rodas)

Um quebra-mato de plástico (com faróis auxiliares desprotegidos), num carro urbano com motor flex, tração dianteira e pneus tão bons para o asfalto quanto inadequados para a lama. O primeiro CrossFox fez sucesso, mas não fazia sentido.

Palio Adventure

(divulgação/Fiat)

Muito do que foi dito sobre o Stilo e o CrossFox vale aqui. Mas a Palio Adventure (hoje apenas Weekend) tem mais: um rack de teto em forma de “A”, sem travessas para apoiar carga nem ganchos para fixar elásticos ou cordas. É tudo puro charme.


Arquivado em:Notícias Tagged: Curiosidades, Top Ten

Fonte: Quatro Rodas Abril

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