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Instalação de alto-falantes piratas pesa no bolso

quinta-feira, 12/05/2016, 14:37 - Atualizado em 12/05/2016, 14:38 - Autor:


Segundo a Receita Federal, o Brasil perde mais de R$ 30 bilhões por ano com o comércio de produtos piratas, resultando em impactos negativos no comércio, na indústria e na economia.


Talvez você até não saiba, mas um dos produtos mais pirateados é o alto-falante do carro. O que tem de alto-falante pirata por aí, não está no gibi. Esse mercado cresce porque o pirata não respeita as normas de produção e as exigências da lei, lançando produtos que têm como único chamariz o preço baixo – para chamar exatamente a atenção daqueles que não valorizam os produtos originais e que não conhecem seu funcionamento.


E esses equipamentos falsificados ainda prejudicam os equipamentos a qual são conectados, causando prejuízos mais sérios no bolso do consumidor.


Os alto-falantes piratas são atrativos porque são mais em conta que equipamentos originais. Mas, em compensação, são produzidos com matéria-prima ruim e usam mão-de-obra desqualificada, além de não oferecem o rendimento esperado e apresentarem rapidamente defeitos, podendo queimar e até causar perda total. Aí, o consumidor acaba tendo que gastar mais para substituí-los por produtos originais, que são desenvolvidos com alta tecnologia, seguindo padrões da indústria. É aquele ditado que diz que “o barato sai caro”.


Um dos principais problemas que os produtos piratas apresentam é a queima, visto que são cópias e não têm qualidade garantida. O dono do carro manda instalar o equipamento falso da mesma forma como funciona o original. Só que isso acarreta grandes danos, pois a cópia não é o que aparenta ser. (De Victor Pinto – Editor de Veículos dos cadernos Auto Destaque e Auto Serviço do jornal Diário do Pará)

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