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A evolução dos faróis automotivos

sexta-feira, 11/03/2016, 13:59 - Atualizado em 11/03/2016, 14:18 - Autor:


Desde o aparecimento das primeiras lanternas a óleo ou querosene usadas nas carruagens do século 19, progredimos bastante. E o grande marco para a modernização dos faróis foi a chegada das lâmpadas incandescentes na década de 1920, proveniente da tecnologia usada nas residências. O primeiro conjunto de que temos conhecimento é o farol selado, mais conhecido como “silibim”.


Anos mais tarde, na década de 1990, as lâmpadas de descarga de gás apareceram para modificar o setor. Com elas foi possível melhorar a visão noturna e aumentar a dirigibilidade em condições meteorológicas não favoráveis. Também foi neste período que a estética dos carros começou a ser priorizada – e com isso viu-se uma evolução no design dos faróis, sendo apresentados modelos mais compactos e mais eficientes.


Só depois chegamos ao mais comum atualmente: as lâmpadas halógenas, inventadas em 1957, mas que só entraram no mercado automotivo no fim dos anos 1990. Sua tecnologia tem o mesmo princípio das incandescentes; porém são mais modernas e têm luz mais brilhante, além de serem mais econômicas e apresentarem maior vida útil. Até hoje, este é o modelo mais utilizado nos automóveis do mundo todo.


O próximo passo foi a chegada do xenon. Ao contrário das lâmpadas comuns, estes modelos não possuem filamentos frágeis e a luz é emitida pelo aquecimento do gás Xenônio, o que batiza a tecnologia. Por ter uma luz mais forte, o farol pode ser notado a uma distância maior, aumentando a segurança em ruas, estradas e vias expressas. Vale lembrar que, após uma norma do Contran, somente os carros que já têm essa tecnologia como original de fábrica estão em situação regular.


Por fim, desde 2004 temos acesso à tecnologia dos faróis com led, lâmpada que traz como vantagem a economia de energia de até 40% em comparação às lâmpadas de filamento, além de possuir um maior tempo de vida. Com um mercado cada vez mais moderno e com novas soluções luminotécnicas, podemos esperar produtos ainda mais eficientes em termos de design e segurança para os motoristas. Um exemplo é a Audi, que vem desenvolvendo novas tecnologias de iluminação: a Matrix OLED (sigla para Organic Light Emitting Diodes, que significa diodos emissores de luz orgânicos) e a Matrix laser (as pupilas dos faróis são formadas por lentes de projeção com fontes luminosas a laser, que geram uma matriz que ilumina a rua totalmente com alta resolução). A nova tecnologia laser permite que os engenheiros especializados em iluminação criem formas extremamentes leves, compactas e elegantes, com formatos inspirados nos olhos.

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