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Blindagem de veículos só faz crescer

quinta-feira, 29/10/2015, 14:42 - Atualizado em 29/10/2015, 14:42 - Autor:


Pesquisa da Associação Brasileira de Blindagem – Abrablin aponta que o medo e a crescente violência urbana vêm sendo os grandes responsáveis por manter o segmento de blindagem automotiva em alta no país.


E, como os alarmes automotivos estão cada vez mais eficientes, passou a ser muito difícil para um bandido roubar um carro estacionado. Daí o crescimento do crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Sem dizer que a violência extrapolou os grandes centros urbanos e a sensação de insegurança pode ser sentida até em cidades pequenas, do interior.


A blindagem mais praticada no mercado é a de nível III-A, que suporta até tiros de pistolas 9 milímetros e revólveres .44 Magnum. Essa proteção é a mais adequada à atual realidade enfrentada nos grandes centros, pois garante proteção contra as maiores ameaças de armas curtas de fogo em mãos dos bandidos: revólveres, pistolas e submetralhadoras.


No que diz respeito ao valor, ele depende de vários fatores. Quanto maior o nível de proteção, mais caro fica o serviço. O mesmo ocorre em relação à área a ser blindada. Logicamente, a de um carro maior é mais onerosa do que a de um carro pequeno, onde a área a ser protegida é menor.


O tipo de material utilizado é o terceiro fator. Uma blindagem onde se usa mais aço tende a ser mais barata do que uma produzida com mantas de aramida. Sem dizer que o aço deixa a blindagem mais pesada, desgastando mais rapidamente algumas peças do veículo.


A procedência desse material também influencia no valor. O preço do vidro blindado pode ter alteração de mais de 100% - quanto mais caro, melhor e maior a durabilidade. O mais importante é que tanto a parte opaca (lataria) quanto a parte transparente (vidros) recebam a proteção, lembrando que a blindagem parcial é terminantemente proibida.

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