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Mulher desiste de doar dinheiro para criança com câncer porque a garota tem mães lésbicas

sábado, 04/05/2019, 21:57 - Atualizado em 04/05/2019, 22:48 - Autor:


Uma história emocionante e quase que inacreditável envolveu a internet nos últimos dias. 


A pequena Callie, de apenas 2 aninhos, as duas mães, e uma outra mulher, identificada como Bren Marie, protagonizaram um caso de homofobia que revoltou muita gente, em Ohio, Estados Unidos.


É que devido a garota ser diagnosticada com câncer, tudo mudou na vida pacata de Tifanny e Albree, suas mães. 


Ambas, então, tiveram a ideia de fazer uma campanha, espécie de vakinha online, pra tentar juntar o dinheiro que a pequenina precisa para seu tratamento, que é bem delicado. 


Porém, um mensagem inusitada no perfil de uma delas fez com que essa história tomasse uma dimensão que elas desconheceriam, chegando até o momento a 12 mil compartilhamentos. 


Uma mulher, que disse ter se sensibilizado com a história da criança, doaria o valor equivalente a R$ 30 mil para o tratamento, mas pelo fato de a garota ser filha de duas lésbicas, ela teria mudado de ideia. 


É isso mesmo, Tiffany e Albree relataram em um post no Facebook terem ficado "chocadas e enojadas" com a mensagem.


"Minhas orações estão com a Callie. Eu ia doar US$ 7,6 mil (cerca de R$ 30 mil) para ela, mas descobri que ela é filha de lésbicas. Eu escolhi fazer uma doação para St. Jude (hospital infantil) devido a esse fato", afirmou a usuária da rede social. "Desculpe, ainda vou rezar por ela, mas talvez seja a maneira de Deus de chamar sua atenção que ela precisa de uma mamãe e um papai, não duas mamães".


Segundo uma emissora de TV, o perfil da mulher foi excluído após a repercussão da história. 


Apesar disso, a história teve um desfecho maravilhoso: com a repercussão da história nas redes sociais. elas arrecadaram cerca de US $ 80 mil, aproximadamente R$ 315 mil.


Em dezembro de 2018, foi descoberto que a pequena Callie estava com neuroblastoma avançado, um tipo de câncer que ataca glândulas acima dos rins. Na semana seguinte, saiu o prognóstico: a doença estava no estágio quatro e a paciente precisaria de 18 meses de quimioterapia e radiação.


 De acordo com a família de Callie, além da quimioterapia e radioterapia, ela precisará de um transplante de medula óssea e de uma cirurgia para remover o tumor assim que ele encolher.


(Com informações do Portal Extra)

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