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FIM DE UM LEGADO

Internet Explorer chega ao fim após dominar por duas décadas

quarta-feira, 19/08/2020, 22:40 - Atualizado em 19/08/2020, 22:48 - Autor: Com informações da Folhapress


A Microsoft está orientando clientes para que mudem para o Edge, com alerta de que, passadas as datas de fim de compatibilidade, a experiência será degradada ou até impossível de ser realizada com outros produtos do pacote 365.
A Microsoft está orientando clientes para que mudem para o Edge, com alerta de que, passadas as datas de fim de compatibilidade, a experiência será degradada ou até impossível de ser realizada com outros produtos do pacote 365. | Divulgação

A Microsoft anunciou nesta semana que seus aplicativos e serviços não serão mais compatíveis com a última versão do Internet Explorer. A empresa co-fundada por Bill Gates oficializa, assim, a morte do navegador, que dominou o mercado dos anos 1990 até 2012, quando iniciou sua trajetória de declínio.

As projeções apontam para participação que varia de apenas 1% a 3% no mercado de navegadores em 2020.

A partir de novembro, a ferramenta para comunicação corporativa do pacote Office 365, por exemplo, não será mais compatível com o Explorer 11. Em agosto de 2021, a Microsoft estenderá a medida a todos os seus aplicativos remanescentes.

A comunidade de fãs do Explorer poderá usar o serviço para seguir acessando sites ou redes sociais se desejar, mas na competição de navegadores, seu maior diferencial será o apelo saudosista. Desde 2016, a Microsoft não realiza atualizações de segurança e nem oferece suporte técnico a versões antigas do serviço.

Há cinco anos, a empresa promove o Edge, criado para substituir o Explorer de forma gradativa. O novo produto representa 2,8% do mercado, de acordo com a consultoria NetMarket Share, mais do que a fatia de 2,3% do Explorer.

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Disparado em primeiro lugar vem o Chrome, lançado pela Google em 2008, com 66% do mercado, seguido de Safari, da Apple (17%), e do Mozilla Firefox (4,2%), segundo a StatCounter, que analisa o tráfego na web.

Criado há 25 anos, o Internet Explorer era protagonista de uso na internet comercial dos anos 1990, que contava com concorrentes como o Netscape e o Opera, que participaram de uma guerra de browsers, à medida que o acesso às redes começava a se popularizar antes dos anos 2000.

O maior rival, à época, era o Netscape, que ganhou o código legado do Mosaic, lançado em 1993.

No início dos anos 2000, o Explorer era utilizado em mais de 90% dos computadores. A estratégia da Microsoft, iniciada nos anos 1990, foi incluir por padrão o navegador no seu pacote Office, numa ofensiva que cercou o mercado de novos competidores.

A Microsoft está orientando clientes para que mudem para o Edge, com alerta de que, passadas as datas de fim de compatibilidade, a experiência será degradada ou até impossível de ser realizada com outros produtos do pacote 365.

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