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Justiça apreende dinheiro, bens e joias da esposa do traficante Nem da Rocinha

terça-feira, 26/03/2019, 15:45 - Atualizado em 26/03/2019, 16:20 - Autor:


A Justiça determinou a apreensão de dinheiro, joias e bens de Danúbia de Souza Rangel, mulher do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. A decisão é do dia 18 do mês passado, mas só veio á tona estes dias.


De acordo com advogados de Danúbia, a decisão foi cumprida, mas nada teria sido encontrado. O Ministério Público indicou endereços nos quais os mandados de busca e apreensão deveriam ser cumpridos. Conhecida como “Xerifa da Rocinha”, Danúbia está presa desde outubro de 2017.



Imagem: Reprodução


 


No processo, Danúbia e sua irmã, Telma de Souza Rangel, são acusadas de lavagem de dinheiro. A denúncia contra elas, oferecida pelo Ministério Público, foi recebida pela Justiça no dia 31 de janeiro deste ano. Na ocasião, a mulher de Nem da Rocinha também teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.


CADEIA


 Desde dezembro do ano passado, Danúbia cumpre em regime semiaberto por uma condenação em outro processo e vinha pleiteando autorização para deixar o presídio para visitar a família, trabalhar ou estudar. O novo mandado de prisão impede que a mulher de Nem tenha permissão para sair da unidade prisional.



No final do ano passado, Danúbia se vestiu de Mamãe Noel e foi destaque na prisão. Imagem: Reprodução



Em março de 2016, em outro processo, Danúbia foi condenada a 17 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de associação para o tráfico e corrupção ativa. No processo, Danúbia foi acusada de auxiliar seu marido, Nem, a continuar comandando o tráfico da Rocinha após sua prisão. Procurada desde a condenação por policiais civis e militares, inclusive em outros estados, a mulher de Nem acabou presa na Ilha do Governador em outubro de 2017.


INVESTIGAÇÕES


 De acordo com denúnia do Ministério Público estadual, Danúbia e Telma utilizavam um salão de beleza na favela da Rocinha para ocultar recursos provenientes do tráfico de drogas na comunidade. Segundo as investigações, ao cruzarem as informações sobre a movimentação bancária do salão, entre os anos de 2011 e 2016, os investigadores concluíram que a sociedade movimentou valores em montante setecentas vezes maior do que a receita líquida obtida no mesmo período.



Imagem: Reprodução



Ainda segundo a denúncia do MP, Danúbia recebia R$ 30 mil por semana de Nem, preso em unidade federal de segurança máxima, e com o dinheiro ostentava uma vida de luxo com voos de helicóptero, passeios de barco, tratamentos estéticos e compra de joias. Ainda segundo a denúncia, as investigações demonstram que o salão de beleza não tinha empregados registrados e apesar de ser titular de conta corrente bancária, não havia pagamentos de títulos e boletos bancários, mas tão somente transferências bancárias entre Danubia, Telma e o salão de beleza.


(Com informações do portal Extra)

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