Edição do dia

Edição do dia

Leia a edição completa grátis

Previsão do Tempo
26°
cotação atual R$

Notícias / Polícia

Polícia

Condenado por 3 crimes, radialista está livre

quinta-feira, 25/05/2017, 07:56 - Atualizado em 25/05/2017, 07:56 - Autor:


Condenado judicialmente em primeira instância por difamação, calúnia e injúria desde o dia 12 de abril de 2016, o radialista Nonato Pereira segue sem cumprir a pena. Para aumentar o tempo de encarceramento, a acusação recorreu da decisão relacionada ao processo movido pelo empresário Ronaldo Luongo, proprietário da empresa Briute Comércio de Produtos e Equipamentos Hospitalares, e ainda aguarda o julgamento do recurso.


A sentença foi dada pelo juiz Luiz Lisboa Sanches, da 8ª Vara Criminal de Belém. O crime foi ter acusado, em 2013, ao vivo durante seu programa matutino, o empresário de participação em um esquema de fraudes em licitações de várias prefeituras do Pará. A Briute sairia ganhando R$ 22 milhões da Prefeitura de Parauapebas no esquema. Como a acusação não foi comprovada, Nonato acabou condenado a 13 meses e 20 dias de detenção, mais pagamento de uma multa.


Luongo, pressionado pelo radialista a “negociar”, resolveu fazer uma queixa-crime em agosto daquele mesmo ano. No decorrer do processo, ficou comprovada a legalidade das licitações que tiveram a empresa como participante. A defesa disse, à época, que tratava-se de uma prática comum por parte de Nonato Pereira: durante o seu programa de rádio, ele atacava e pressionava até a pessoa não aguentar e fechar um “acordo” - algo que o empresário se recusou a fazer com o radialista.


RECURSO


A detenção foi convertida em pena restritiva de direito, podendo ser a prestação de serviços, por exemplo, a qual ainda será determinada pelo juiz. No entanto, Nonato Pereira ainda não iniciou a condenação porque Luongo entrou com recurso de apelação para aumento da pena - a intenção é conseguir que ele cumpra pelo menos dois anos.


PARA ENTENDER


Outros processos em tramitação na justiça


- Crime de calúnia, injúria e difamação da competência praticada contra Carlos Marx Tonini. Processo corre na 11ª Vara Criminal de Belém.
- Crime de calúnia contra John Wayne Holanda Parente, vereador de Belém. Caso está na 5ª Vara Criminal de Belém.
- Crime de calúnia, difamação e injúria praticadas contra Cristina Maria Colares. Condenado em primeira instância e teve sua pena convertida em serviços comunitários. E teve seu nome lançado no rol dos culpados pelo juiz Flávio Sánches Leão.


(Diário do Pará)

Conteúdo Relacionado


0 Comentário(s)

MAISACESSADAS