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Advogados de Nancy Amorim falam sobre o caso

quarta-feira, 20/10/2010, 21:09 - Atualizado em 25/04/2019, 20:35 - Autor:


Após a soltura de Nancy Amorim na tarde desta quarta-feira (20), os advogados de defesa da acusada manifestaram algumas declarações sobre o caso.


Nancy que está sendo acusada de envolvimento na morte da adolescente Cíntia Oliveira, de 16 anos, assassinada em 20 de julho de 2010, no interior de um cemitério desativado no bairro do Bengui, periferia de Belém.
Reclusão
Após a denúncia apresentada no Ministério Público, Nancy ficou numa penitenciária feminina da Região Metropolitana de Belém, há cerca de três meses. Já em liberdade, concedeu entrevista à imprensa realizada no escritório de Marco Carvalho, um de seus advogados.
Sem responder perguntas dos jornalistas, Nancy leu uma carta de agradecimento a Deus, a família e aos advogados.


Clique aqui para ler a carta


O caso
 A jovem Cíntia Oliveira foi morta por volta de 21h, no local conhecido como Cemitério da Piçarreira em Belém, tendo o corpo sido encontrado em uma cova rasa. A identidade do cadáver foi revelada quando a mãe da estudante começou a procurar a jovem que saiu de casa desde a noite anterior, sendo vista pela última vez em um culto religioso da Igreja Quadrangular.
As investigações chegaram às cartas amorosas que a vítima escrevia para a outra adolescente, que responde medida sócio-educativa de internação pela participação no crime. Depoimentos de adolescentes revelaram o carinho que a vítima nutria pela colega, envolvida na sua morte.
Conforme a acusação o réu liderava um grupo que se denominava “Dark Angels”, de estilo gótico, intitulado ‘Vampiros’ e os demais membros possuíam nomes e símbolos alusivos ao vampirismo, e segundo conta eram homofóbicos. A polícia destacou com detalhes alguns códigos, crenças, rituais. O grupo possuía em sua maioria integrantes adolescentes, que via internet mantinham contato entre si, bem como com outras comunidades góticas, especialmente pela rede de relacionamento ORKUT e MSN.
O crime foi descoberto por que o réu, através de comunidade de góticos na rede Orkut revelou as circunstâncias de como ele e os dois adolescentes, ceifaram a vida de Cinthia no Cemitério da Piçarreira a Marcus Vinicius Saraiva da Fonseca Neto, técnico de informática, residente na cidade de Porto Alegre/RS.
Consta na denúncia que na noite do dia 20 de julho, a adolescente atraiu a vítima até o cemitério, onde também estava presente o réu e mais outro adolescente, que levaram uma garrafa de vinho. Em determinado momento as duas jovens ficaram sozinhas e em eio a algumas carícias, a adolescente passou a enforcar a vítima. Os dois se aproximaram e passaram a ajudar a garota a matar a colega, aplicando-lhe socos e cortando-lhe o pescoço com um pedaço de lajota.
De acordo com a denuncia, o réu desferiu golpes com uma cruz na cabeça da vítima e ainda mordeu-lhe os pulsos. Os jovens estavam usando luvas cirúrgicas e a agressão iniciou sobre uma sepultura naquele cemitério. Após os atos de violência, o réu e os demais se certificaram do óbito e arrastaram o corpo até uma cova, local onde foi encontrado, conforme Laudo de Levantamento de Local.
O laudo pericial revela a causa mortis “asfixia mecânica por estrangulamento, e que a vítima estava com sua capacidade de defesa diminuída em razão da embriaguez e acusa vestígios de tortura”, apontou o promotor.
(DOL com informações TJ-PA)


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