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BRUTALIDADE

Radialista morre com a cabeça esmagada após final do Parazão

terça-feira, 08/09/2020, 09:44 - Atualizado em 08/09/2020, 09:44 - Autor: Com informações do portal Meio Norte


Hackson da Silva Paixão (à direita de quem vê) foi assassinado brutalmente.
Hackson da Silva Paixão (à direita de quem vê) foi assassinado brutalmente. | Reprodução

No último domingo (06), o locutor esportivo Hackson da Silva Paixão, conhecido como Juninho Costa, de 28 anos, foi encontrado morto com a cabeça esmagada por um bloco de concreto. A morte ocorreu horas depois da final do Parazão 2020.

A informação foi postada no Instagram pelo radialista Maxsuel Bruno, amigo do locutor e também morador do João de Deus, que manifestou sua revolta com o crime.

“Nada neste mundo pode justificar a morte de um ser humano, quanto mais em circunstâncias tão bárbaras como esta. Um sentimento de dor e revolta nos corações dos familiares e amigos é o que resta neste momento”, disse o radialista. O assassinato ocorreu na Rua da Cerâmica, no bairro João de Deus, em São Luís, no Maranhão. 

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O locutor esportivo Juninho Costa, de 26 anos, uma das pessoas mais conhecidas de nossa região, foi encontrado morto por volta das 23h da noite deste domingo (06), na rua da Cerâmica, próximo a Av. Guajajáras, no bairro João de Deus. Ele foi brutalmente assassinado, por um monstro, com uma barra de concreto que esmagou a sua cabeça. Nada neste mundo pode justificar a morte de um ser humano, quanto mais em circunstâncias tão bárbaras como esta. Um sentimento de dor e revolta no coração dos familiares e amigos é o que resta neste momento. Nós, o bairro João de Deus e região, estamos clamando por justiça. Que ela seja feita com muita rapidez. Juninho, infelizmente, entrou para a estatística de vidas que foram tiradas de forma tão cruel e impiedosa. Mas não vamos descansar até que esse monstro seja preso e punido no rigor da lei. Um assassino covarde que merece pena pior que uma simples cela de cadeia. Juninho era a pessoa mais querida de nossa região, incapaz de fazer mal a alguém neste mundo. Sofria desde a infância com um leve transtorno psicológico, mas que não o impedia de fazer o que mais amava na vida, que era narrar futebol amador. Neste momento de dor e revolta, me solidarizo com a família e amigos deste que foi e, sempre será, o locutor número 1 do bairro João de Deus. [OBS: Na foto, o repórter esportivo Jonas Mendes, entre eu e Juninho Costa, na final do campeonato Principal, no estádio Gaiolão, localizado no bairro Vila Conceição/João de Deus, em dezembro de 2017]. #luto #JuninhoCosta #LocutorNúmero1 #justiça

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Maxsuel ainda afirmou que a comunidade do João de Deus aguarda por justiça e que não descansará até que o assassino seja identificado e preso.

“Nós, o bairro João de Deus e região, estamos clamando por justiça. Que ela seja feita com muita rapidez. Juninho, infelizmente, entrou para a estatística de vidas que foram tiradas de forma tão cruel e impiedosa. Mas não vamos descansar até que esse monstro seja preso e punido no rigor da lei. Um assassino covarde que merece pena pior que uma simples cela de cadeia. Juninho era a pessoa mais querida de nossa região, incapaz de fazer mal a ninguém neste mundo. Sofria desde a infância com um leve transtorno psicológico, mas que não o impedia de fazer o que mais amava neste mundo, que era narrar futebol amador. Neste momento de dor e revolta, me solidarizo com a família e amigos deste que foi e, sempre será, o locutor número 1 do bairro João de Deus”, completou Maxsuel.

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O velório de Hackson da Silva Paixão, de 26 anos, o nosso querido Juninho Costa, assassinado na noite de ontem (06), na rua da Cerâmica, próximo a Av. Guajajáras, no bairro João de Deus, está acontecendo na rua São José, em frente à escola comunitária Rosa Sena, no bairro João de Deus. O enterro está marcado para às 9h de amanhã (08), no Cemitério da Maioba, em Paço do Lumiar. Os peritos do Instituto Médico Legal (IML), apontaram que houve luta corporal entre Juninho Costa e os assassinos, antes dele ter o crânio amassado por uma barra de concreto, que era parte de um meio-fio de rua. Mas apesar da luta corporal, a perícia constatou que o óbito se deu em decorrência do traumatismo craniano. A identificação dos assassinos só será possível após a checagem das imagens, solicitadas pela polícia à BR Elétron, empresa localizada na rua do assassinato. Enquanto isso, o sentimento de dor e revolta no coração da família e amigos cresce ainda mais. Juninho não será mais um número na grande estatística de mortes brutais desse Brasil. Pressionaremos as autoridades competentes até que os culpados sejam encontrados e punidos.

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