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Notícias / Polícia

CRIME BRUTAL

Suspeito de matar e queimar comerciante é preso

domingo, 21/06/2020, 18:33 - Atualizado em 21/06/2020, 18:38 - Autor: J.R Avelar/Diário do Pará


Heráclito Filho, 60,  foi morto e ainda teve R$ 6 mil roubados
Heráclito Filho, 60, foi morto e ainda teve R$ 6 mil roubados | Reprodução

Policiais civis da Superintendência Regional do Marajó Oriental, sob o comando do delegado Bernard Diniz, em uma força-tarefa, prenderam, ainda dentro do flagrante, Marcos Barbosa Santana, de 20 anos, suspeito de envolvimento na morte do comerciante Heráclito Calandrine de Azevedo Filho, 60 anos. O crime aconteceu dia 15 último, na localidade Humaitá, zona rural do município de Ponta de Pedras, Ilha do Marajó.

Segundo o delegado Bernardo Diniz, tão logo chegou ao conhecimento da Polícia Civil a notícia do crime, as investigações tiveram início. Os policiais fizeram uma operação para identificar, localizar e prender as pessoas envolvidas no crime bárbaro, onde os latrocidas roubaram R$6.000, deram dez facadas e queimaram a vítima.

A força-tarefa foi formada por policiais da Superintendência Regional do Marajó Oriental, sob direção do delegado David Bahury, e coordenação dos delegados Thiago Moravski e Bernardo Diniz, contou com policiais civis de Soure e Salvaterra, que foram à vila Humaitá. No local, os policiais civis mantiveram contatos com moradores da vila e alguns familiares da vítima, para encontrar os criminosos.

A localidade dista 12 horas da capital do Estado, tendo que transpor diversas barreiras impostas pelas condições climáticas atuais. Os policiais localizaram e prenderam em flagrante Marcos Barbosa Santana, além de identificar outros suspeitos no caso.

De acordo com o delegado, devido o local ser ermo e apresentar impossibilidade da condução de testemunhas para depoimentos, na unidade policial, as informações foram colhidas por meio de vídeo e posteriormente reduzidos a termo, integrando o corpo dos autos. Após a prisão de Marcos, a equipe foi ao município de Soure, no outro extremo do arquipélago do Marajó, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante delito.

Durante o depoimento, o suspeito do crime nada respondeu. Ele informou ao delegado que fazia uso de seu direito constitucional de manifestar-se apenas em juízo. A polícia já tem as qualificações de dois homens que também participaram do latrocínio.

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