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POLÍCIA PRESENTE

Promotor pede reconhecimento de policiais por ato de bravura em parto de emergência

segunda-feira, 16/09/2019, 13:35 - Atualizado em 16/09/2019, 13:35 - Autor: Diário Online


Policiais devem ser reconhecidos por ato de bravura após parto de emergência em Benevides.
Policiais devem ser reconhecidos por ato de bravura após parto de emergência em Benevides. | Via WhatsApp

O promotor de Justiça Armando Brasil determinou a abertura de processo para apurar o ato de bravura de três policiais militares em um parto de emergência realizado no dia 13 de setembro, em Benevides, Região Metropolitana de Belém.

Segundo Brasil, os policiais, identificados como cabo Ramon e soldados Adhelon e Pantoja, fizeram um ato que a lei militar considera como bravura.

“Não tinha tempo de a ambulância chegar, nem Bombeiro próximo. Eles resolveram a situação sem nunca ter presenciado algo semelhante. A polícia era o único órgão público que estava próximo. Eles fizeram o parto e depois da chegada da ambulância, a equipe deu prosseguimento aos cuidados. Se não fosse eles, não sabemos o que poderia ocorrer”, justifica o promotor.

Armando Brasil destaca ainda, a importância do programa polícia de aproximação, implantado pelo atual governo.

“Pra mim, a Polícia Militar é a instituição mais poderosa do Brasil. O governo implantou o programa com a polícia próxima, presente da comunidade. Esse policiamento sempre próximo de áreas onde moram pessoas hipossuficientes, nova política implantada pelo governo, faz toda a diferença”, enfatiza o promotor.

Segundo Armando, a promotoria está acompanhando o caso. “Serão ouvidas testemunhas e o processo tem o prazo máximo de 90 dias para o resultado”, diz ele confiante. 

RELEMBRE

O parto foi feito na casa da mulher. Com o atendimento de emergência sendo feito a tempo, mãe e bebê passam bem.

A mãe disse que dará o nome do filho de Arthur Ramon, em homenagem ao cabo da PM que ajudou a trazer o bebê ao mundo.

A guarnição recebeu uma ligação no celular, onde uma mulher, pedia apoio urgente para sua sobrinha, que estava em trabalho de parto. A bolsa amniótica já havia rompido.

Como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e o Corpo de Bombeiros iriam demorar para chegar, devido ao local ser de difícil acesso, os policiais fizeram o parto. 

Enquanto o cabo Ramon ficou no quarto para providenciar o parto, os soldados se deslocaram para a rodovia BR-316 para esperar a ambulância do SAMU. Quando os médicos chegaram, o recém-nascido já havia sido entregue à mãe.

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