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OUTRO ESTÁ FORAGIDO

Envolvido na morte de PM de Outeiro morre em troca de tiros

sexta-feira, 09/08/2019, 22:03 - Atualizado em 09/08/2019, 22:02 - Autor: DOL


Uma força-tarefa foi montada após a informação de que o suspeito estava em uma cidade no Marajó
Uma força-tarefa foi montada após a informação de que o suspeito estava em uma cidade no Marajó | Divulgação

Yorran Ribeiro Messias foi morto em uma troca de tiros no início da noite desta sexta-feira (9), no município de Melgaço, região do Marajó. Ele é apontado como um dos envolvidos na morte do policial militar Josevaldo Andrade, executado próximo de casa em Outeiro no dia 14 de maio desse ano.

De acordo com a Polícia Militar, uma força-tarefa foi montada após receberem a informação de que Yorran e Matheus do Nascimento (outro suposto envolvido na morte do PM), estavam no referido município e eram autores de um homicídio na cidade vizinha, em Portel, dias antes.

Durante diligências, a equipe chegou a encontrar os suspeitos, que fugiram em um primeiro momento. As buscas foram retomadas nesta sexta e, próximo do final da tarde, Yorran foi avistado pelos policiais em uma área de mata da cidade. 

O suspeito efetuou disparos, iniciando uma troca de tiros, e foi atingido duas vezes. Ferido, Yorran foi socorrido e encaminhado para o Hospital Municipal de Melgaço, mas não resistiu.

De acordo com a PM, as buscas continuam para encontrar o terceiro envolvido: Matheus Moura do Nascimento.

QUARTETO PRESO

Em maio desse ano, o DOL publicou a prisão de quatro pessoas envolvidas na morte do PM Josevaldo. Investigações feitas pela Delegacia de Homicídios de Agentes Públicos (DHAP) chegaram ao conhecimento e posterior prisão de Ricardo Barbosa Monteiro, Fernando Assis Cardoso Silva, Marcilene do Socorro Barbosa Macedo e Eli Cristina Ribeiro da Conceição.

Na época, foi dito que Ricardo estava com uma arma de fogo tipo pistola guardada na própria casa. Fernando foi o motorista da ação criminosa e o responsável por auxiliar e dar fuga a Yorran. Marcilene, mãe de Ricardo e cunhada do mandante do crime, Jonatha Rosa Ramos - atualmente preso no CRPP II -, é acusada de guardar a arma do crime e obedecer as ordens de Jonatha. Eli também é acusada de receber as ordens de Jonatha, reunir os executores e passar o endereço ao motorista para concluir a execução.

(Com informações da Polícia Militar)

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