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Aluno suspeito de fazer foto com arma e ameaçar ataque em escola presta depoimento

terça-feira, 28/05/2019, 11:38 - Atualizado em 28/05/2019, 11:38 - Autor: Andressa Ferreira


Uma mensagem avisando sobre um atentado previsto para a manhã desta terça-feira (28), na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Erotildes Frota Aguiar, localizada no conjunto Júlia Seffer, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém, deixou pais e alunos apavorados. O alerta foi distribuído em grupo de aplicativo de mensagem.

Segundo Maria Creusa, mãe de aluna, a filha dela recebeu de uma amiga uma mensagem avisando sobre o atentado. O texto encaminhado pelo Whatsapp dizia que a ação criminosa ocorreria durante o intervalo.

De acordo com uma professora da escola, que pediu para não ser identificada, o autor das ameaças seria um aluno de 18 anos. Ele foi identificado como Matheus de Lima Rocha. 

Em depoimento, o jovem afirmou que a arma seria de um "desconhecido" que ele encontrou por acaso e fez a foto. A diretoria da escola reafirmou que no momento das buscas, ele já estava dentro da sala de aula e que nenhum armamento foi encontrado. Ainda segundo ela, o aluno nunca apresentou comportamento suspeito ou agressivo, e que tem um ótimo desempenho escolar. Mesmo assim, o estudante vai ser enquadrado em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por ameaça.

O DOL entrou em contato com a Polícia Militar e com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e aguarda um posicionamento.

AMEAÇAS CONSTANTES

Não é a primeira vez que ameaças dentro de escolas geram pânico. Na semana passada, a divulgação de uma suposta lista com nomes de estudantes de um colégio particular de Ananindeua, que deveriam morrer, deixou pais e alunos apreensivos. A escola chegou a se posicionar sobre o assunto, dizendo que "já foram tomadas as devidas precauções, medidas legais e comunicação às autoridades", o que gerou discussão nas redes sociais.

As mensagens - inicialmente anônimas - foram enviadas por meio do aplicativo Tellonym e apresentaria uma lista com nomes de estudantes que “deveriam morrer”.

Um adolescente de 15 anos se apresentou espontaneamente à Divisão de Atendimento ao Adolescente de Ananindeua (DATA), Região Metropolitana de Belém, acompanhado dos responsáveis, e disse ser autor de uma das mensagens postadas que continham conteúdo de ameaça a um grupo de estudantes da escola.

É a terceira vez, em menos de um mês, que escolas são tomadas por boatos de cunho terrorista. No início deste mês, pais de alunos do Colégio Marista, localizado no bairro de Nazaré, também foram pegos de surpresa com a notícia de que um aluno adulto estaria planejando um atentado a tiros contra os colegas, sobretudo das séries menores. Várias equipes de polícia estiveram no local e prestaram apoio, mas até o momento nada foi divulgado sobre a verdadeira intenção do jovem.

(DOL com informações de Wesley Costa/Diário do Pará)

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