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Fique atento para os sintomas da sepse

quinta-feira, 18/07/2019, 09:24 - Atualizado em 24/07/2019, 11:32 - Autor: null


| Divulgação

Você já ouviu falar em sepse?  A sepse é um conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. Antigamente, era conhecida como septicemia ou infecção no sangue. Hoje é mais conhecida como infecção generalizada, mas não se trata de uma infecção que está em todos os locais do organismo. Por vezes, a infecção pode estar está em um só órgão, como o pulmão, mas provoca em todo o corpo uma resposta com inflamação, na tentativa de combater o agente da infecção. Essa inflamação pode vir a comprometer o funcionamento de vários dos órgãos do paciente.

Esse quadro é conhecido como disfunção ou falência de múltiplos órgãos e é a razão de 25% da ocupação de leitos em UTIs no Brasil, além de ser a principal causa de morte nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e uma das principais causas de mortalidade hospitalar tardia, superando o infarto do miocárdio e o câncer. Tem alta mortalidade no país, chegando a 65% dos casos, enquanto a média mundial está em torno de 30-40%. Segundo um levantamento feito pelo estudo mundial conhecido como Progress, a mortalidade da sepse no Brasil é maior que a de países como Índia e a Argentina. Isso tem um custo alto: em 2003, por exemplo, aconteceram 398.000 casos e 227.000 mortes por choque séptico no Brasil com destinação de cerca de R$ 17,34 bilhões ao tratamento.

A qualificação de profissionais para detectar a sepse e tratá-la precisa ser priorizada, explica  Irna Carneiro, coordenadora da Comissão de controle de infecção Hospitalar do HSM. “A assistencia ao paciente com sepse deve ser ágil, com toda a equipe de profissionais participando de forma sistemática e orquestrada para que o pacote de medidas sejam realizadas em até uma hora. O paciente deverá ser monitorado rigorosamente para que as suas funções orgânicas possam ser restabelecidas”.

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