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Acusados de matar empresária e funcionária são condenados

quarta-feira, 12/12/2018, 23:33 - Atualizado em 12/12/2018, 23:37 - Autor:


O juiz titular da 2ª Vara Criminal Distrital de Icoaraci, Jackson José Sodré Ferraz, condenou, nesta quarta-feira (12) os acusados Marlisson das Neves Figueiredo e Raylso de Oliveira Santos pelo crime de latrocínio – roubo seguido de morte – contra as vítimas Maria de Nazaré Borges de Alcântara e Iranilma Prestes dos Reis.


O crime teve grande repercussão devido ao desaparecimento dos familiares de Maria de Nazaré Borges, que era empresária e residia em um condomínio fechado na avenida Augusto Montenegro. A conclusão do processo ocorreu seis meses após o crime.


Raylso de Oliveira Santos foi condenado a 53 anos, 2 meses e 630 dias-multa. Já Marlisson das Neves Figueiredo, por ter menos de 21 anos no momento do crime, foi condenado a 52 anos, 6 meses de reclusão e 620 dias-multa de reclusão. Ambas as penas serão cumpridas em regime inicial fechado, em casa de estabelecimento penitenciário.


O magistrado não concedeu aos réus o direito de apelarem em liberdade, “tendo em vista que suas liberdades representam sobressalto à Ordem Pública, pois os condenados já possuem registros anteriores por atos infracionais análogos aos crimes de homicídio, roubo e receptação, mas também em virtude da gravidade dos crimes em que foram condenados e da quantidade de penas aplicadas nesta sentença, havendo, portanto, sérios indicativos de que em liberdade intentarão fuga, motivo pelo qual se faz necessário garantir a aplicação da lei penal”, decidiu.



Os acusados do crime (Foto: reprodução)


O CASO


De acordo com a denúncia, no dia 7 de junho de 2018, no estacionamento de um supermercado localizado na Avenida Augusto Montenegro, os acusados abordaram as vítimas e roubaram uma caminhonete modelo S-10, cor branca, além de diversos pertences pessoais, dois celulares e a quantia de R$ 430,00 das vítimas Maria de Nazaré Borges e Iranilma Prestes dos Reis. 


Em seguida, mantendo as vítimas no carro, os réus assassinaram as duas asfixiadas por uma corda. Após matarem as vítimas, eles ocultaram os corpos em um terreno baldio em Outeiro. No momento do crime, Maria de Nazaré Borges estava com a sua secretária – Iranilma Prestes dos Reis - em um supermercado para sacar uma quantia em dinheiro referente a aposentadoria do pai de Maria de Nazaré, que estava doente e as esperava.


(Com informações do TJPA)

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