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Paraenses pagam mais caro por combustível durante o mês de agosto

sexta-feira, 24/08/2018, 17:27 - Atualizado em 24/08/2018, 18:15 - Autor:


A população paraense está sentindo no bolso o aumento dos combustíveis. Durante o mês de agosto, o preço subiu ainda mais após reajuste no ICMS aprovado pelo governo do estado, o que gerou um aumento de 18,5% no valor da gasolina. Na região Norte, o estado do Pará ocupa a quarta posição entre os estados que vendem a gasolina mais cara do país. 


A variação nos valores dos combustívieis depende diretamente do preço do barril vendido nas refinarias e do valor do dólar. Quando há mudança no valor do barril, automaticamente, as distribuidoras sobem os valores dos produtos o que gera aumento nos preços nos postos de combustível. Com isso, o consumidor paraense acaba tendo que gastar um pouco mais para abastecer o carro – seja ele movido a gasolina, etanol (álcool) ou diesel, como afirma o Vice Presidente do Sidcombustíveis, José Carlos:"O revendedor, infelizmente, tem que reapassar esses aumentos para os clientes, que são diretamente afetados". 


Entre os principais fatores que tornam o valor do combustível no estado do Pará ainda mais caro, estão o transporte e o frete dos produtos. Com os impactos causados pelos aumentos, as distribuidoras já tiveram queda de 18% somente durante o mês de agosto, o que pode gerar uma série de transtornos na economia. 


"O consumo de combustível vem caindo. As distribuidoras tiveram queda na venda de combustíveis, o que gera uma queda no mercado. A gente percebe que as pessoas passaram a andar menos de carro. A política de preços nos combustíveis tem afetado diretamente na economia, não só no estado, mas em todo o país" afirmou José Carlos.


O último aumento foi em média de 15 centavos no litro do combustível e é importante que o consumidor esteja preparado. Há previsão de que haja um novo reajuste no ICMS no final do mês. Caso o governo do estado aprove.


O DOL entrou em contato com a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) para saber sobre o reajuste do ICMS e aguarda posicionamento.


(Com informações do Sindcombustíveis)

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