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Procissão de Fátima ilumina as ruas de Belém

segunda-feira, 15/05/2017, 07:32 - Atualizado em 15/05/2017, 07:46 - Autor:


A segunda maior romaria católica de Belém, a Procissão Luminosa, conhecida como Procissão das Velas, levou uma multidão de devotos de Nossa Senhora de Fátima às ruas de Belém, na noite do último sábado, 13. Segundo a organização, este ano o evento reuniu 300 mil pessoas. O ano de 2017 é considerado o ano jubilar, pois comemora os 300 anos de surgimento de Nossa Senhora Aparecida e o centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima (ver box), além dos 50 anos de existência da paróquia que leva o nome da Santa, no bairro de Fátima.


TRADIÇÃO


Por ser uma programação especial, pela primeira vez a procissão saiu da Basílica Santuário de Nazaré. Este ano, a organização do evento distribuiu cerca de 3 mil castiçais de garrafas pet e mais de 6 mil velas. A tradição começou há 50 anos quando a comunidade de Fátima fazia visitações nas casas com a imagem da santa. Em cada visita costumavam acender velas como parte das orações.


Pelas calçadas, moradores se aglomeravam para ver a santa passar. Das janelas dos edifícios, velas e pétalas de rosas para saudar a imagem de Nossa Senhora. Até a tradicional chuva, que costuma cair durante a procissão, também apareceu para abençoar os fiéis. “Participo há 6 anos e sempre me sinto muito emocionada como se fosse a primeira vez”, disse a devota, Ângela Mercês, 48 anos. Com cerca de 3 km de percurso, a Procissão Luminosa durou pouco mais de duas horas até chegar ao Santuário de Fátima, no bairro de Fátima.


(Foto: Jader Paes/Diário do Pará)


PARA ENTENDER AS APARIÇÕES DE FÁTIMA


- Segundo a tradição católica, Fátima era uma freira que vivia em Portugal. Sua primeira aparição ocorreu na cidade de Lisboa, no dia 13 de maio de 1917, quando pediu a três crianças pastorinhas – Lúcia, Jacinta e Francisco - que rezassem o Terço todos os dias pela paz. As aparições se repetiram outras cinco vezes no mesmo ano. No último sábado (13), o Papa Francisco canonizou Jacinta e Francisco, que morreram logo depois das aparições.


(Leidemar Oliveira/Diário do Pará)


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