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MANIFESTO

Pará é favorável à criação de um "pacto nacional" contra a pandemia

Até o momento, Governadores de 22 estados e do Distrito Federal manifestaram posição favorável às medidas.

segunda-feira, 08/03/2021, 19:40 - Atualizado em 08/03/2021, 21:14 - Autor: Agência Pará


Manifesto foi reforçado por Helder nesta segunda (8)
Manifesto foi reforçado por Helder nesta segunda (8) | Marco Santos/Agência Pará

O governador do Estado, Helder Barbalho, reforçou nesta segunda-feira (8), que o Pará é favorável à criação de um "pacto nacional" com medidas restritivas e preventivas para diminuir o pico da pandemia de Covid-19 registrado nas últimas semanas. Até o momento, Governadores de 22 estados e do Distrito Federal manifestaram posição favorável às medidas. 

"Nós estamos vivendo um momento preocupante em todo o Brasil, diferente da primeira onde os estados tinham calendários distintos em relação a doença, neste momento o Brasil inteiro está vivendo a pressão no Sistema Único de Saúde. Dos 27 Estados, cerca de 23 estão com fila de espera para leitos de UTI, e graças a Deus o Pará não está nessa situação, portanto isso requer uma atenção redobrada. Nós, governadores, estamos dialogando no intuito de construir uma mensagem nacional de padronização de comportamento sanitário e orientação da população, demonstrando a necessidade de entender que o vírus continua circulando e essa segunda onda demonstra uma propagação de infecção maior, o que requer uma orientação maior para a população", destacou o governador Helder Barbalho.

De acordo com o chefe do Executivo Estadual, a ideia é que sejam incluídas no pacto algumas iniciativas básicas, que sirvam para todos, e que, a partir disso, cada estado tome outras decisões de acordo com a necessidade local. Mas o principal objetivo é alertar a população de que o momento é crítico e que a circulação de pessoas seja reduzida, sendo a melhor forma de diminuir a ocupação nos hospitais.

"Precisamos de uma grande união para que possamos vencer a pandemia enquanto a vacinação não chega a uma escala adequada de imunização", completou Helder Barbalho. Só para se ter uma ideia, o país aplicou doses em apenas 3,88% da população até o momento.

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