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TRABALHO

Dicas para se sair bem em processos seletivos para empregos

Na fase inicial, os recrutadores devem avaliar se aquele currículo está em conformidade com o perfil da vaga pleiteada

domingo, 22/11/2020, 09:21 - Atualizado em 22/11/2020, 09:33 - Autor: Pryscila Soares


Nara destaca que o processo seletivo bem feito costuma ser demorado
Nara destaca que o processo seletivo bem feito costuma ser demorado | Divulgação

Os processos seletivos aplicados por empresas especializadas na captação de colaboradores para as organizações estão cada vez mais criteriosos. Por isso, é indispensável o candidato apresentar um bom currículo para que seja selecionado. E nas fases posteriores, esse candidato precisará obter um desempenho satisfatório nas entrevistas e testes aplicados, que incluem testes psicológicos, de habilidades, comportamentais e de raciocínio lógico.

Na fase inicial, os recrutadores devem avaliar se aquele currículo está em conformidade com o perfil da vaga pleiteada. Diretora da Gestor Consultoria, empresa especializada em recrutamentos, Nara D’Oliveira explicou que muitas organizações terceirizam a seleção de novos colaboradores.

Em geral, os processos seletivos demandam tempo para serem aplicados. Mas, de acordo com Nara, a seleção de um colaborador bem preparado e que atenda aos requisitos é o que vai garantir a obtenção do resultado almejado pela organização, o alcance de metas, melhoria de processos, críticas de processo e inovação. “Você pode ter um excelente profissional no lugar errado e ele não vai conseguir ter uma boa performance”, pontuou.

ETAPAS

Um processo seletivo tem várias etapas. Primeiramente o consultor faz uma triagem dos currículos, com base no perfil da vaga. Depois é realizada uma primeira entrevista, onde o recrutador vai fazer uma análise macro para saber se aquele profissional tem as competências básicas exigidas pelo cargo. São selecionadas as pessoas que mais se encaixem nesse perfil e, a partir daí, são aplicadas provas de conhecimento, avaliações, testes de raciocínio lógico e psicológicos que podem ser inúmeros – dependendo da posição que a pessoa ocupará na empresa.

“Você escolhe a bateria de testes de acordo com o cargo. Alguns são mais usados, como avaliações de personalidade, comportamento para o trabalho, entrevista de competência e, quando tudo isso é avaliado, garante ao recrutador uma segurança de que aquele profissional que ele está selecionando é o mais aderente. É feita uma segunda entrevista com base em todos esses resultados para realmente validar a aderência”, pontuou Nara, ao acrescentar que, se o recrutador está satisfeito, ele encaminha o profissional para o gestor da vaga, que por sua vez vai analisar outros aspectos.

“São diferentes da consultoria especializada. O gestor da vaga vai querer saber o que a pessoa já fez, se a pessoa se encaixa no perfil de trabalho da empresa e, para algumas posições, a pessoa é até convidada para fazer testes práticos. O gestor da vaga gostou, a pessoa é selecionada. O processo seletivo bem feito costuma demorar”, afirmou.

Diário do Pará
 

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