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ELEIÇÕES 2020

5,7 milhões de eleitores são esperados nas urnas no Pará

Os eleitores vão dizer nas urnas hoje quem eles querem que sejam os próximos vereadores e prefeitos municipais. São 22.685 candidatos

sábado, 14/11/2020, 23:00 - Atualizado em 14/11/2020, 22:59 - Autor: Cintia Magno


| Octávio Cardoso/Diário do Pará

Quando as urnas forem liberadas para a votação do primeiro turno das Eleições Municipais de 2020, a partir das 7h deste domingo (15), será dado início à corrida para a definição dos próximos prefeitos e vereadores dos municípios de todo o país. No Pará, mais de 5,7 milhões de eleitores estão aptos a escolher entre os 22.685 candidatos aptos a concorrer ao pleito.

Do total de candidatos registrados em todos os municípios do Estado, 778 estão concorrendo à reeleição neste pleito. Apesar de 50,5% do total de eleitores de todo o Estado serem do gênero feminino, a maioria dos candidatos registrados, o equivalente a 66%, é do gênero masculino. Entre os que concorrem aos cargos de prefeito e vereador, 68,66% são pardos e 17,95% têm entre 40 e 44 anos. Já em relação ao eleitorado, a maior parte é composta por jovens entre 25 e 29 anos, o correspondente a 12,12% do total.

Capital do Estado, Belém é o principal colégio eleitoral do Pará, com mais de um milhão de eleitores aptos a votar. Com 1.083 candidatos concorrendo às 35 vagas de vereador, a concorrência no município chega a 30,94 candidatos por vaga. Para o cargo de prefeito, a única vaga será disputada por 12 concorrentes.

Depois de Belém, o vizinho município de Ananindeua é o que concentra o maior número de eleitores, 330 mil. Sete candidatos concorrem ao cargo de prefeito e 654 ao cargo de vereador, que conta

com 25 vagas.

Entre as muitas propostas apresentadas pelos concorrentes ao longo do período de campanha que antecedeu o primeiro turno, o que está em jogo é a possibilidade dos eleitores definirem quem será o melhor representante para lutar por melhorias nas áreas de saneamento, saúde, educação, cultura e o que mais for de interesse

dos municípios.

Para o professor João Malcher, 22 anos, são muitas as urgências em Belém, município onde vota. Para ele, o momento das Eleições 2020 é de mudanças para a capital do Estado. “Belém precisa melhorar na educação, na estrutura das escolas, na elaboração de um Plano de Cargos e Carreiras para os profissionais da educação, precisa de mais postos de saúde, melhorar a Estratégia de Saúde da Família, precisa de melhorias da malha viária não apenas no centro da cidade, mas também na periferia, precisa da conclusão e da funcionalidade desse BRT... é difícil escolher uma urgência apenas”, enumera. “Diante de todos esses problemas, eu espero que o povo entenda que não é R$50 que vai trazer melhorias. Ao longo de 4 anos, esses R$50 vão se transformar em desvantagens imensuráveis”.

Eleitor do município de Ananindeua, o rodoviário Daniel Silva, 48 anos, também acredita que a possibilidade de melhorias está nas mãos dos que votam. “Se o povo mudar a forma de votar, pode ser que tenhamos melhorias. Mas se continuarem votando como antes, sem pensar em quem estão votando e nas propostas, nada muda”, acredita. “Tanto em Belém, quanto em Ananindeua o que mais precisamos é de saúde e saneamento”.

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