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COVID-19

Falta de saneamento básico traz transtornos e desencadeia doenças desconhecidas 

Medidas não estruturais poderiam ser aplicadas, o que minimizaria boa parte dos transtornos recentemente registrados na Capital.

quinta-feira, 12/11/2020, 17:05 - Atualizado em 12/11/2020, 17:05 - Autor: Com informações de assessoria


| Foto: Divulgação

Segundo a conclusão da pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Belém está entre as regiões que possuem o pior saneamento básico do País. Se considerarmos apenas as capitais brasileiras, Belém é a 4ª pior no que se diz respeito aos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e de coleta de resíduos, somente a frente dos quadros anotados em Porto Velo (RO), Teresina (PI) e Macapá (AP).

A situação se agrava em dias de chuva, pois a cidade alaga a ponto de tirar o direito de ir e vir das pessoas, transformando as ruas em verdadeiros pontos de lixos misturados com dejetos e expondo a população à riscos mais sérios. Contudo os alagamentos não são causados apenas pela maré alta e a chuva, pois especialistas da área de planejamento urbano apresentam estudos que sugerem que algumas soluções de prevenções poderiam ser implantadas, o que evitaria boa parte de todo os transtornos que a população paraense sofre, principalmente nos dias de chuvas.

Além da população sofrer os danos causados pelos alagamentos, existe outro agravante que deve ser destacado, pois a ineficácia no fornecimento e investimento em serviços de saneamento básico influencia diretamente na saúde da população e em sua qualidade de vida, os expondo a doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado e provocando consequentes gastos com a saúde pública.

Medidas não estruturais poderiam ser aplicadas, o que minimizaria boa parte dos transtornos recentemente registrados na Capital. Entre elas, estão soluções mais sustentáveis para os padrões de canais de drenagem, as chamadas "infraestruturas verdes"; ampliação da arborização urbana; educação ambiental e utilizar bacias hidrográficas como unidade de planejamento territorial, de forma a aumentar a permeabilidade do solo.

Ultimamente temos ouvido falar muito nos bairros planejados, que é um conceito que chegou em Belém para trazer benefícios e melhorias aos moradores.

 

Os bairros exploram vantagens, como, oferecer melhor qualidade de vida e comodidade, pois sem precisar ir longe de casa, você poderá morar, divertir-se e ter acesso a vários serviços dentro do próprio bairro.

Focando na facilidade do dia a dia por meio de infraestrutura completa, com serviço de fornecimento de água e coleta de esgoto, vias asfaltadas, ciclovias e explorando muito as áreas verdes, o que traz muitos beneficios na vida do cidadão, com praças bosques.

Atualmente, projetos como o do Bougainville Belém trazem exatamente a proposta que a cidade necessita. Só no que se refere ao esgoto, a mudança será notória, traz soluções com o seu sistema de esgoto, água e de escoamento da chuva que são separados, impedindo o risco de contaminação e melhorando o fluxo da chuva. Assim, também é possível evitar maiores contratempos, como alagamentos.

 

Além disso, o projeto conta com Estação de Tratamento de Água (ETA) e Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) próprios. Isso significa que a água que vai chegar nas casas será tratada, assim como o esgoto que será devolvido à natureza livre de rejeitos. Com isso, a rede de esgoto em Belém, que atualmente alcança 13,56% da população, crescerá, o que proporcionará melhores chances na qualidade de vida.

Conversamos com o Engenheiro Lucas Athayde, responsável pela obra do Bougainville, e ele 

“Quem viver no Bougainville Belém terá a sensação de qualidade de vida, muito conforto, e funcionalidade devido ao acesso à infraestrutura e segurança. Itens fundamentais pensados!”

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