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LEVANTAMENTO

Estado do Pará teve 6.594 empresas abertas somente no mês de outubro

Atividades relacionadas ao mercado de beleza, vestuário e de bebidas se destacaram. Desburocratização feita pelo governo para abertura incentivou os novos negócios, segundo o próprio Governo Federal

terça-feira, 10/11/2020, 09:21 - Atualizado em 10/11/2020, 09:21 - Autor: Luiza Mello de Brasília


O Mapa de Empresas do Ministério da Economia mostra mais um mês em que o Pará apresentou um desempenho positivo na economia local com a abertura de 6.594 novas empresas no Estado, considerando apenas as recentes criadas que, somadas ao acumulado ao total aberto nos últimos quatro meses chega a 25.961 novos negócios. As atividades econômicas de maior destaque continuam sendo dos micro e pequenos negócios como salões de beleza; cabeleireiros, manicure e pedicure; comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios; comércio varejista de bebidas; restaurantes e similares.

O Pará mantém o tempo de abertura para novos empreendimentos de dois dias e 11 horas, abaixo da média nacional que é de dois dias e 17 horas. O Mapa das Empresas é uma ferramenta digital do Ministério da Economia que acompanha dados sobre registro empresarial no Brasil. Em outubro o mapa registrou saldo positivo de 231.253 novos negócios abertos em todo o país. No período, foram abertas 320.559 firmas, enquanto 89.306 foram fechadas. E o tempo médio para levantar novos negócios foi o menor da série histórica: dois dias e 17 horas, 6 horas a mais do que a média paraense.

Do total de empresas criadas no mês passado, 32,8% demorou menos de um dia para abrir. O Pará aderiu às estratégias do Governo Digital, criadas pela Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia para agilizar a concretização de novos empreendimentos. A previsão do Governo Digital é que com a redução do tempo médio, o prazo para abertura de empresas no país seja de apenas um dia até o fim de 2022. Em 21 meses, o intervalo caiu quase à metade. Em janeiro do ano passado, cada empresa levava, em média, 5 dias e 19 horas para ser aberta.

No Pará, se for considerar o tempo que um empreendedor leva para viabilizar e registrar seu novo negócio no Pará, esse prazo é hoje de13 horas a menos do que era feito no início do ano. Goiás segue na liderança como a unidade da Federação mais rápida no processo de abertura de empresas no Brasil: em média, um dia e 2 horas para registrar um novo negócio, segundo dados de outubro da ferramenta digital do Ministério da Economia. A Bahia continua sendo a unidade federativa onde o empreendedor leva mais tempo para iniciar sua empresa: seis dias e seis horas.

Por sua agilidade em prol da implantação de medidas de simplificação de abertura de empresas e da retomada da economia, o Pará recebeu menção da Secretaria Especial do governo federal por estar fomentando a economia local a partir da dispensa do pagamento do preço pago para abertura de empresas no início do mês de setembro deste ano.

MAPA

O Amapá registrou o maior aumento percentual entre os estados, para o registro de novas empresas, com 755 empreendimentos abertos, 15,62% a mais do que setembro. Em seguida, vêm Mato Grosso (5,13% acima de setembro) e Rondônia (3,71% a mais). Na outra ponta, Tocantins teve o maior número de empresas fechadas: em outubro, 601 negócios foram finalizados no estado, um aumento de 19,48% em relação ao mês anterior.

O Mapa de Empresas assinala que a atividade econômica com maior crescimento em outubro foi comércio varejista de bebidas, com alta de 4,81% nos novos negócios, na comparação com o mês anterior. Transporte rodoviário de cargas (4,77%) e promoção de vendas (3,26%) também apontaram variações positivas. “Os números de outubro são mais uma evidência da retomada da atividade econômica brasileira, após os impactos mais fortes causados pela pandemia do novo coronavírus no país”, avalia o secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro.

Lentidão

A Prefeitura Municipal de Belém continua entre as mais lentas para registrar um novo empreendimento, um total de três dias para viabilizar um novo negócio. É o 22º prazo mais longo entre as capitais.

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