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Advogada diz que foi obrigada ficar de calcinha em delegacia; Seap nega

quinta-feira, 13/02/2020, 09:13 - Atualizado em 13/02/2020, 09:35 - Autor: Diário Online com informações da Ag. Pará


Secretaria apura os fatos
Secretaria apura os fatos | Arquivo/Ag. Pará

Uma advogada usou as redes sociais para denunciar uma situação “vexatória” que passou na Central de Triagem da Marambaia (CTMAB), no dia em que prestou serviços a um cliente, o custodiado Ray Fran Soares Rocha. O dia exato da ocorrência não foi informado. A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) se pronunciou através de nota negando o fato.

Pelas redes sociais, a advogada relatou ter passado por revista "vexatória", ficando apenas com roupas íntimas. Após receber a denúncia, a Seap solicitou sindicância e apuração.

Segundo a nota, o Gabinete da Seap recebeu o Memorando da Central de Triagem da Marambaia, que confirma a presença da advogada no CTMAB para realizar atendimento ao interno.

Ainda, de acordo com o documento, a diretoria da unidade informou que a advogada foi conduzida para fazer procedimentos legais de revista por uma servidora, e que durante o processo foi solicitado que retirasse seu blazer, sendo em seguida conduzida à sala de atendimento aos custodiados, finalizando o atendimento e se retirando da unidade.

A nota da SEAP afirma ainda que a advogada foi servidora da Secretaria, exercendo o cargo de agente prisional, lotada na Diretoria de Execução Criminal - DEC e como informado a servidora não demonstrou objeções em relação ao procedimento adotado na revista.

A SEAP solicitou esclarecimentos imediatos do apuratório acerca da suposta revista "vexatória", haja vista a gravidade dos fatos mencionados. 

Em razão do caso ainda estar em apuração, o DOL optou por não identificar a advogada nem a servidora da Central de Triagem da Marambaia.

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