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Prefeita quer cobrar taxa de acesso em Algodoal, Camboinha, Marieta e Fortalezinha

quarta-feira, 04/12/2019, 21:12 - Atualizado em 04/12/2019, 21:12 - Autor: DOL


Segundo o documento, o dinheiro arrecadado servirá para manutenção, recuperação e preservação das praias
Segundo o documento, o dinheiro arrecadado servirá para manutenção, recuperação e preservação das praias | Wagner Santana

Taxar o acesso às praias para os turistas. O que você acha dessa medida? A atitude da prefeita Raimunda da Costa Araújo do município de Maracanã, nordeste paraense, tem repercutido nas últimas semanas, após a assinatura do projeto de lei municipal nº 030 que institui a Taxa de Preservação Ambiental (TPA) para “controlar e preservar o meio ambiente” das praias Algodoal, Marieta, Camboinha e Fortalezinha.

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No documento, justifica-se que o dinheiro arrecadado servirá para os serviços de manutenção (qualidade do ar, água e solos), recuperação de áreas degradadas, reciclagem e, consequentemente, para a preservação da fauna, flora, ecossistema, trilhas, caminhos e dunas. A taxa será cobrada uma única vez no ato do embarque e o comprovante deverá ser apresentado na saída - se não for, será feita nova cobrança.

PASSE LIVRE - O projeto vai cobrar de não residentes ou pessoas não domiciliadas nos respectivos pontos paradisíacos, mas dará passe livre para: crianças de até cinco anos de idade, idosos maiores de 65, portadores de necessidades especiais, funcionários a serviços de órgãos públicos ou de estabelecimentos locais, nativos da região e parentes consanguíneos destes moradores e pessoas que estejam realizando pesquisas e estudos em caráter científico sobre a fauna, flora e os ecossistemas naturais.

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