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BEBÊ NO CHÃO

Vídeo mostra mulher dando à luz em calçada de hospital no Pará

domingo, 17/11/2019, 16:29 - Atualizado em 17/11/2019, 17:37 - Autor: DOL


A mulher e a criança ficaram na calçada aguardando atendimento
A mulher e a criança ficaram na calçada aguardando atendimento | Reprodução

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra cenas de descaso com uma paciente em frente ao hospital da Ordem Terceira, localizado na travessa Frei Gil De Vila Nova, no bairro da Campina, em Belém, na madrugada deste domingo (17). 

De acordo com relato do homem que gravou o vídeo, o hospital se recusou a atender a paciente que estava em trabalho de parto. Por causa disso, a gestante acabou dando à luz na calçada em frente à unidade de saúde. 

Na gravação, é possível ver a mulher visivelmente desacordada e o recém-nascido chorando, caído no chão da calçada, sem nem um tipo de proteção. 

O Diário Online entrou em contato com o Hospital da Ordem Terceira, mas foi informado que a direção da instituição só poderia se pronunciar na manhã da segunda-feira (18).

Uma atendente da instituição, que se identificou apenas como Alessandra, informou que, após o incidente, a parturiente e o recém-nascido foram internados no hospital. Ainda segundo a funcionária, o incidente teria ocorrido em uma praça em frente ao hospital, e não na calçada da entrada. 

O portal aguarda posicionamento oficial do hospital. 

O DOL preferiu não exibir o vídeo para preservar a integridade da gestante e do recém-nascido.

CONSELHO DE MEDICINA SE PRONUNCIA

O Conselho Regional de Medicina do Pará se pronunciou após a divulgação do vídeo nas redes sociais. Por meio de nota, a instituição informou que "diante do vídeo divulgado nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp neste domingo (17), o Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará informa que irá apurar o fato". 

"Ressaltamos que todas as denúncias que chegam ao conhecimento do CRM-PA são apuradas, sempre em conformidade com o Código de Processo Ético Profissional, observando rigorosamente o sigilo processual e o direito à ampla defesa e ao contraditório", conclui a nota. 

(DOL)

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