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JUVENTUDE

Jornalista do DOL morre aos 26 anos

sexta-feira, 01/11/2019, 20:55 - Atualizado em 01/11/2019, 23:01 - Autor: DOL


Caio Peres deixou legado de companheirismo e amizade na redação do DOL
Caio Peres deixou legado de companheirismo e amizade na redação do DOL | Reprodução / Facebook

O jornalista do DOL Caio César Peres faleceu, aos 26 anos, na manhã desta sexta-feira (1º), após meses de luta contra um câncer. O corpo começou a ser velado no início da noite na Max Domini, da avenida José Bonifácio e o enterro está previsto para às 9h deste sábado (2). 

Caio começou a atuar na RBA como Jovem Aprendiz, na Rádio Clube, no ano de 2015. Em 2016, foi estagiário também na Rádio Clube. Entrou para a equipe de jornalistas do Diário Online em julho de 2018. 

Arquivo Pessoal
 

Caio (no centro, de camisa cinza e preta) na confraternização de fim de ano da equipe do DOL. Alegria e profissionalismo que ficaram eternizados no jornalismo paraense. (Foto: arquivo pessoal)

Com texto e apuração precisos, além de uma personalidade carismática, o jornalista marcou os colegas de redação nos meses de trabalho e parceira.  

“Sempre abri portas para novatos no jornalismo. O Caio, filhote de um amigo, dr. João, me mostrou que era muito capaz, logo de cara, com seu bom humor. Dei a oportunidade, e o senso do bom jornalismo e do trabalho em grupo logo se fez presente. Ele se vai, mas que sua juventude fique em todos os textos de seus amigos que cativou no DOL”, diz o gerente executivo do DOL, Mauro Neto. 

O repórter do DOL Diego Beckman nutria uma amizade e parceria com Caio desde os tempos que Peres era estagiário na Rádio Clube. Para Beckman, o colega deixou um legado para os jornalistas que permanecem na redação. 

“Conheci o Caio quando estava na Rádio Clube, onde ele era produtor. Um cara super parceiro e dedicado no que fazia. E além disso, tinha uma fé muito grande. Ele deixa para a gente um legado de dedicação, parceria e união, além de amor ao jornalismo. Descanse em paz e olhe pela gente, guerreiro”, escreveu Diego Beckman. 

Outro encontro que a profissão proporcionou foi entre Caio e a repórter do DOL Marli Portilho, que vai lembrar com carinho do colega de redação que virou um amigo próximo. "Caio para sempre ficará guardado no meu coração. Quero lembrar sempre das nossas conversas positivas, da sua vontade de viver e ter a oportunidade de voltar pra nós, para o nosso convívio na redação. Era isso o que ele mais queria. Mas Deus quis assim. Caio, obrigada por tudo!", afirma.

A coordenadora de conteúdo do DOL, Fabiana Batista, também lembra com carinho os momentos vividos com o repórter. "Caio era um ser humano sem igual, de uma fé invejável. Tinha pouco tempo no jornalismo, mas uma mente brilhante e estava sempre fazendo questionamentos. Tinha amor ao jornalismo e a boa comida. Sempre brincávamos com ele dizendo que era pra ter feito gastronomia. Vai deixar saudades, mas a certeza de que a melhor pontuação da vida são as reticências e não o ponto final".

Outra colega de redação que acabou se tornando uma amiga próxima de Caio foi a repórter Paloma Lobato, que ressalta a força e alegria características do repórter. "O Caio foi um dos presentes que o DOL me deu a honra de ter na vida. Um cara que, mesmo em meio a tanta dor, nunca desistiu de viver. Se tornou exemplo de fé e perseverança para todos nós. Sempre feliz, sorridente e cheio de coisas nerds para compartilhar (nunca vou esquecer a sua alegria ao me mostrar sua coleção geek - até brinquei que nunca tinha sentido tanta inveja na vida). Obrigada por em tão pouco tempo ter se tornado esse ser de luz tão especial. Vá em paz, meu amigo. Descanse nos braços do pai. Que a força esteja com você!"

 

A faculdade em que Caio fez sua graduação em Jornalismo também emitiu uma nota de pesar pela morte do repórter.

A social mídia do DOL, Monique Costa, se tornou uma das amigas mais próximas de Caio após ele entrar na redação do portal. “Nunca acreditei que poderia ter um melhor amigo homem. Caio chegou e mudou todas as minha convicções. Humano, leal, esperto, insuportavelmente inteligente e sabia me ouvir como ninguém. Ele foi minha família aqui em Belém! Me prometia em cada despedida nas conversas por telefone que voltaria a preencher uma das cadeiras da redação e que faria a mais bela reportagem do dia. Caio era jornalista, cozinheiro, dançarino, bagunceiro, pegador... Caio fazia parte do nosso time, e continuará fazendo pra sempre. Até o reencontro, Caio. Não esquenta que eu levo umas coxinhas pra gente rir dessas histórias juntos aí em cima. Te amo!”   

A repórter Sávia Moura também lamenta a partida do amigo. “Um ser humano puro. Alegre, sorridente, amigo, talvez a pessoa mais nerd que conheci. Era assim que o Caio era. Além de ser dono de uma fé inigualável, que me ensinou a não desistir de nada, principalmente da vida. Que bom que nossas vidas se esbarraram e eu tive o prazer de um dia te conhecer. Obrigado pela companhia no café na torre, pelos sorrisos e pela amizade”.

A comunidade religiosa Cristo Alegria, da qual Caio fazia parte, também publicou uma nota de pesar pelo falecimento precoce do jornalista. "O Caio é a revelação da obra de Deus se cumprindo na missão da sua vida. Que continuemos firmes em oração e na vontade de Deus. Hoje o que nos resta é fé e saudade."


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