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SONHO DA CASA PRÓPRIA

Homem denuncia golpe aplicado por estelionatária e prejuízo de quase R$ 17 mil 

domingo, 08/09/2019, 09:42 - Atualizado em 08/09/2019, 12:23 - Autor: Redação


| Reprodução

Um sonho da casa própria que virou um grande pesadelo na vida de Marcos Antônio Rodrigues. O drama iniciou em 2015, quando ele achou que estava comprando um imóvel.

Segundo Marcos, ele pagou o valor de quase R$ 17 mil parcelados, em um imóvel na planta, vendido por uma suposta corretora, chamada Layza Myrian Carvalho, que seria entregue em 2017.

No entanto, ele ficou desempregado recentemente e foi atrás para verificar a situação do imóvel. Foi então que Marcos teve uma grande surpresa: não havia contrato com a construtora, não havia imóvel. Ele havia sido vítima de um golpe.

“Agora que eu fiquei desempregado, tive mais tempo para ir atrás. Fui na construtora me informar sobre a situação do imóvel e meu contrato nunca passou por lá. E o que seria meu imóvel, já estava vendido para outra pessoa”, conta ele.

Marcos relembra que ligou para Layza e a mesma ficou de dar um retorno no dia seguinte, para explicar o que havia ocorrido.

“Ela entrou em contato comigo falando que o imóvel já havia sido vendido, pedindo desculpas, que queria fazer um acordo e me pagar o valor aos poucos. Fui pesquisar o nome dela e vi que ela já tem vários processos na Justiça, por situações parecidas com a minha”, destaca.

Desempregado, sem ter como pagar aluguel e desacreditado no sonho do imóvel próprio comprado aos 19 anos, Marcos espera na Justiça ter um resultado positivo.

“Fui pegar a documentação e vi que havia muita coisa errada. Fui atrás e vi que ela nunca foi corretora. Já dei entrada na Justiça. Sei que não vai sair tão cedo esse dinheiro, já que ela diz que não tem bens, que não tem como me pagar. Mas a questão não é nem tanto o financeiro, mas a questão de você se planejar uma vida toda para ter uma casa para morar. Hoje, a minha situação é essa, totalmente sem chão, sai do emprego, não tenho onde morar, estou vivendo como posso”, lamenta. 

O DOL entrou em contato com Layza Carvalho, por telefone, que se limitou a dizer que não quer falar nada sobre o assunto.

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