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Feriadão foi de tranquilidade nas praias de Outeiro

segunda-feira, 22/04/2019, 07:50 - Atualizado em 22/04/2019, 07:50 - Autor:


O feriado da Semana Santa foi de tranquilidade em Outeiro, distrito de Belém. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o pequeno movimento de visitantes foi sentido em todas as seis praias da ilha, inclusive na do Amor, a maior e mais movimentada. “O movimento de sexta, foi até maior que de sábado. De uma forma geral, pode-se dizer que a praia estava bem tranquila”, informou o capitão Moura.


Até o fim da tarde de sábado, quatro ocorrências tinham sido registradas, sem maior gravidade. Por todo o final de semana, a Operação Semana Santa contou com 29 militares, sendo 4 na praia do Amor, 3 no Paraíso, 3 na Brasília e 19 na praia Grande. A tranquilidade foi sentida principalmente pelas famílias que escolheram Outeiro como destino para curtir o feriado entre elas, a do ajudante de pedreiro Clemilson Coutinho (41).


“Quando dá a gente traz a família para curtir a praia. Embora os preços não estejam tão convidativos, dá para vir, trazer a família, curtir o final de semana com essa tranquilidade. E Outeiro é uma opção bem mais em conta, pela facilidade e distância de Belém. Viemos para cá por esses motivos e estamos gostando bastante”, elogia, em companhia da mulher e das filhas.


Por outro lado, quem não gostou do movimento considerado fraco foram os comerciantes. Muitos reclamaram das vendas baixas, para eles, bem atípicas para esta época. “O movimento no nosso estabelecimento normalmente é bom, mas, com a interdição da ponte por algumas horas, muita gente deixou de vir para Outeiro, e isso prejudicou todos nós, que esperávamos um fluxo maior de clientes”, explica o comerciante João Amanajás, proprietário de um estabelecimento com bar, restaurante e casa de shows.


Entre os comerciantes do setor informal, a reclamação é semelhante. “Na sexta foi bem melhor. A praia estava mais cheia, as pessoas estavam consumindo bastante, foi melhor para os vendedores. Acredito que o movimento está de acordo com a época do ano. Tem dias melhores e dias que não são bons para venda”, opina a vendedora ambulante Maria José, que há 19 anos vive e trabalha na Ilha do Outeiro.


(Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará)

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