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Brasil

Queiroz tem homicídio e dezenas de inquéritos em sua ficha criminal

sexta-feira, 21/06/2019, 21:53 - Atualizado em 21/06/2019, 22:02 - Autor:


Ninguém sabe ao certo o paradeiro de Fabrício Queiroz, sumido desde que o Coaf revelou suas movimentações financeiras junto à família Bolsonaro no final do ano passado, o policial militar tem evitado aparecer. Mas as revelações continuam aparecendo.


Após apuração, a revista Veja revelou esta semana que na longa ficha criminal do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) há um homicídio ocorrido em 2003 em que ele está envolvido ao lado de Adriano Magalhães da Nóbrega, o temido chefe da milícia de Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio, foragido desde janeiro. Clique para ler a reportagem completa.


Queiroz aparece envolvido em mais de 20 boletins de ocorrência e em dezena de inquéritos. Destes há pelo menos dois supostos autos de resistência com sua participação. Um ocorrido em 2002 e o outro em maio de 2003, pouco depois dele conhecer Adriano nas fileiras do 18º Batalhão, em Jacarepaguá, onde trabalharam juntos por apenas seis meses.


A amizade com o criminoso se intensificou a ponto de Queiroz recrutar a mãe e a esposa do miliciano para trabalharem com ele no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando este ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro. Ambas são suspeitas de fazerem parte do esquema investigado pelo Ministério Público que apura se Queiroz comandava um esquema de coleta e repasse de dinheiro público dentro do gabinete do “01”.


Queiroz não está foragido, não há contra ele qualquer ordem de prisão, mas seu sumiço alimenta dúvidas e reforça especulações sobre seu papel na vida dos Bolsonaro. Enquanto a Justiça se movimenta para definir o seu futuro, Queiroz segue sem dar explicações sobre as evidências que o ligam a milicianos.


(Fonte: Veja)

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