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Brasil

Mãe critica apreensão do filho que agrediu uma professora em sala de aula

quinta-feira, 06/06/2019, 18:39 - Atualizado em 06/06/2019, 19:32 - Autor:


A Polícia Civil apreendeu oito suspeitos de serem os alunos filmados na última sexta-feira (31) jogando livros e carteiras contra a uma professora da Escola estadual de Carapicuíba, na Grande São Paulo. A apreensão dos adolescentes aconteceu em flagrante por associação criminosa.

Segundo o delegado responsável pelo caso, informou em entrevista que os alunos responderão judicialmente por atos infracionais de dano ao patrimônio público e pela tentativa de lesão corporal, ameaça e injúria contra a professora.

Ainda de acordo com o delegado, outros dois suspeitos que aparecem nas imagens não foram encontrados, mas responderão pelos mesmos atos que os outros oito apreendidos. 

Segundo a imprensa local, após passar por momentos tensos com seus alunos, a professora permanece internada por conta do estresse. As imagens foram divulgadas na internet, nela é possível ver o momento em que a professora quase é atingida por um livro que havia sido lançado por um aluno.


ASSISTA O VÍDEO!



Nesse momento, ela tenta controlar a turma que segue bagunçando e gritando muito em sala de aula. Em seguida, a professora desiste e abandona a sala, depois disso o vandalismo se generaliza. Depois que as imagens viralizaram, a Diretoria Regional de Ensino de Carapicuíba informou por meio de uma nota oficial que repudia todo e qualquer ato violento.

O Secretário Estadual da Educação de São Paulo, Rossieli Soares, informou que sete dos dez alunos que foram filmados, já haviam sido suspensos da escola. Rossieli afirma também que na tarde da última segunda-feira (3), o conselho escolar reuniu com os pais dos alunos, com os professores e com a comunidade, para assim tomar uma decisão final sobre o futuro dos meninos.

Porém alguns responsáveis estão inconformados com a punição porque os filhos aparecem nas imagens, mas não cometem atos de lançar livros e carteiras. 


 


"Crianças tiveram a infelicidade de estarem no lugar errado e na hora errada, meu filho está preso como se fosse marginal', desabafa uma das mães.


Ela também afirma que não houve avisos ou alertas da escola sobre o mau comportamento dos filhos.


(Com informações do blastingnews)

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