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Com vacina gratuita e sem restrição, Moscou atrai estrangeiros por imunização

Desde 18 de janeiro Moscou passou a disponibilizar a vacina de forma gratuita para todos que procurarem os postos, cidadãos ou estrangeiros.

quarta-feira, 10/02/2021, 12:04 - Atualizado em 10/02/2021, 12:03 - Autor: FOLHAPRESS


Frasco da Sputnik V, a vacina russa contra a Covid-19
Frasco da Sputnik V, a vacina russa contra a Covid-19 | Foto: Sputnik V/Divulgação

O ritmo lento da vacinação contra a Covid-19 nos países da União Europeia (UE) está fazendo com que moradores do bloco comecem a avaliar a possibilidade de viajar até a vizinha Rússia para receber o imunizante. Diferentemente da Europa, na Rússia a vacinação contra o coronavírus não está mais restrita apenas ao grupo prioritário, e qualquer pessoa pode receber uma dose – incluindo estrangeiros. O interessado precisa apenas apresentar um documento de identificação, como o passaporte.

Apesar dessa abertura para pessoas de fora, essa espécie de turismo da vacina até o momento tem atraído principalmente russos que moram no resto da Europa, que têm retornado a seu país natal para receber o imunizante.Atualmente, as fronteiras russas estão fechadas, com exceção de pessoas vindas de uma pequena lista de países que inclui Cuba, Egito, Belarus, Finlândia, Índia e Japão. Os viajantes, entretanto, precisam ser cidadãos ou residentes destes países e devem apresentar um teste negativo de Covid.

Na Rússia, onde a vacinação em massa começou em dezembro de 2020, a lista de categorias com prioridade era pequena e incluía profissionais de saúde e professores. Assim, desde 18 de janeiro Moscou passou a disponibilizar a vacina de forma gratuita para todos que procurarem os postos, cidadãos ou estrangeiros.

Apesar da facilidade para receber a vacina em Moscou, não está clara a velocidade em que avança a campanha de imunização na Rússia. As últimas informações disponíveis dão conta que o país tinha vacinado 0,7 de cada 100 pessoas, de acordo com o site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford.

Os dados russos, porém, não são atualizados desde janeiro, então é impossível saber o estágio atual. Para comparação, a União Europeia tinha até esta segunda (8) imunizado 3,85 de cada 100 habitantes, enquanto no Brasil essa taxa era de 1,7 por 100.

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