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PANDEMIA

Como funciona o teste rápido de coronavírus

segunda-feira, 23/03/2020, 20:00 - Atualizado em 23/03/2020, 20:03 - Autor: Fonte: DW


| Reprodução

Ainda não existem medicamentos nem vacinas contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) e a corrida científica em busca da cura já começou, com testes sendo realizados em vários países. Estima-se que levará pelo menos de 18 a 24 meses até uma vacina eficiente ser desenvolvida. É necessário a vacina ser avaliada em seus efeitos colaterais em todas as fases de teste, aprovada pelas autoridades de saúde, para então ser produzida em grande escala e, finalmente, distribuída globalmente. E depois os cidadãos também precisam ser vacinados.

Devido a isso, nos próximos meses o foco de estados e cidades é o investimento em exames confiáveis e de rápido acesso, para, pelo menos, retardar a propagação do vírus. Com a ajuda dos testes rápidos, é possível identificar infectados e possíveis "focos" da doença. Somente assim será possível colocar em quarentena os contaminados.

A preocupação dos estados brasileiros é o possível colapso do sistema de saúde até mesmo para a realização de exames. Mesmo em países desenvolvidos, instalações médicas e laboratórios rapidamente estão atingindo seus limites de capacidade. Portanto o teste rápido deve ser limitado a casos suspeitos. Testes generalizado não é algo possível nem sensato, segundo especialistas.

Quem deve ser testado?

Fazer parte da alguma área de risco não basta para justificar um teste. E nem todos que apresentem coriza ou tosse estariam infectados pelo vírus causador da covid-19.

No entanto quem tenha indícios de uma pneumonia viral de "causa pouco clara", apresente sintomas evidentes como tosse, febre e falta de ar e tenha tido contato com um alguém infectado ou tenha estado numa região de risco particularmente afetada é caso suspeito justificado.

Por fim, fica a critério do médico se deve ou não ser realizado um teste.

Como funciona o teste?

Na maioria dos casos, retira-se muco do nariz ou da garganta do paciente com um cotonete. Se houver suspeita razoável, o Instituto Robert Koch também recomenda também colher amostras do trato respiratório inferior, por exemplo, secreções dos brônquios ou pulmões expelidas pela tosse.

 

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