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Ex-travesti deixa vida nas ruas para virar pastor

terça-feira, 03/12/2019, 15:21 - Atualizado em 03/12/2019, 15:21 - Autor: Com informações Pleno.News)


Ele conta testemunho sobre mudança radical que aconteceu em sua vida
Ele conta testemunho sobre mudança radical que aconteceu em sua vida | (Reprodução)

A procura por uma vida nova, a proximidade com a religião parece caber muito bem na descrição de alguém que se se sentiu por algum tempo preso a algo. No caso do pastor Flavio Amaral, convertido há cerca de 12 anos, as três descrições relatam as etapas vividas por ele desde o momento que se sentiu chamado a evangelizar. A prisão, no caso dele, foi ao próprio corpo.

Em uma entrevista ao canal de notícias "Pleno.News", ele contou que a "libertação", foi o processo mais longo e onde passou por seu maior teste. Flavio conta que iniciou aos sete anos com as experiências homossexuais seguidas por uma série de acontecimentos até chegar a vida adulta marcada pela prostituição e uso de drogas.

O agora pastor, que foi homossexual durante 16 anos e travesti durante 11, revelou que no início tudo era prazeroso e divertido. Porém, a partir dos 20 anos a vida tomou um rumo errado, em que o uso de entorpecentes virou rotina e ele passou a viver nas ruas de São Paulo. O período deixou marcas profundas, tanto físicas quanto psicológicas.

– Eu virei usuário de crack, fiquei pesando 39 quilos, adquiri doenças venéreas e quase perdi a visão. Eu me destruí nas drogas – confessou ao Pleno.News.

Segundo ele, a nova vida teve início quando ele sentiu que não gostava mais daquela forma de viver. O pastor conta que, diante daquele sentimento, ele entregou a vida a Deus.

– Eu disse: “Se o Senhor existe, tira-me dessa vida, que eu vou te servir para sempre”. A pedra não fez mais efeito, as doenças sumiram do meu corpo e eu fui curado – declarou.

A vida nova de Flavio incluiu também a reconstrução de laços com a mãe, com quem não tinha uma relação amigável em razão de uma infância complicada, em que foi desprezado, segundo ele.

Amaral voltou a se relacionar com uma mulher, Andréa, esposa dele há quatro anos, para isso eles enfrentaram o preconceito da vida pregressa do missionário. 

– Hoje eu sou abençoado, vivo pra obra de Deus, sou missionário, ministro em casas de recuperação, sou palestrante e também pastor. Eu ganho a alma e a vida de travestis e gays que querem mudar de vida, que querem ser transformados pelo poder do evangelho de Jesus Cristo – finaliza.

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