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Gastronomia

As sorveterias mais procuradas pelos belenenses

domingo, 22/01/2017, 11:22 - Atualizado em 21/03/2017, 21:59 - Autor:


Na categoria sorveterias, do projeto do DIÁRIO O Melhor da Gastronomia, as 3 finalistas que concorreram à Estrela Azul - troféu do projeto, cuja entrega será realizada no dia 14 de março- têm uma característica em comum: são negócios familiares que deram certo. As finalistas - Blaus, Cairu e Ice Bode - valorizam os recursos da terra. Frutos regionais, como açaí e bacuri, têm destaque nos sorvetes fabricados na capital. E cada uma tem histórias e serviços diferenciados.


 


BLAUS


Tudo começou em 1991, quando Edson Pereira comprou uma máquina de fazer picolé e iniciou seu próprio negócio. A partir daí, o movimento foi crescendo e Edson decidiu montar uma fábrica para fazer também sorvete. Na hora de escolher o nome do estabelecimento, o escolhido lembra o apelido do proprietário: ursinho blau. Daí, surgiu também o urso mascote da empresa. “Nosso diferencial é fazer produtos regionais com qualidade e inovar nos sabores”, enfatizou o gerente Mauro Valério. Uma das delícias mais pedidas é um clássico: Banana Split (foto), perfeita para aplacar o calor de Belém e que faz a alegria de adultos e crianças.


Endereço: travessa 14 de Março, 581, esquina da Oliveira Belo – Umarizal. Funcionamento: Diariamente, de 10h às 23h.Tel.: (91) 3252-5062. 


 


CAIRU


A mais antiga sorveteria de Belém que se mantém nos dias atuais, é resultado de esforço familiar da família Laiun desde o início da década de 1960. O patriarca Armando José Laiun, filho de libanês, comprou um bar que já se chamava Cairu, na travessa 14 de Março. Ele manteve o nome, mas não quis manter o ambiente alcoólico próximo aos seus filhos e esposa. Por isso, aos poucos, foi mudando o teor do espaço. Ele começou introduzindo picolés que fabricava junto com a família na sua própria casa e levava para vender. A ideia deu certo e, depois, passou a vender também os sorvetes. “Todo mundo participava da mão-de-obra, desde o corte da fruta até o preparo da calda e a comercialização”, lembra Rute Helena Laiun, primogênita e uma das proprietárias da empresa. Hoje, a Cairu é uma marca tradicional de sorvete e atrai turistas e paraenses. Um dos sabores mais famosos é o pavê de cupuaçu (foto), com cupuaçu, pão de ló e recheado de granulado de chocolate. 


Endereço: uma das sorveterias fica na 14 de Março, 1570, esquina com a José Malcher


Funcionamento: 8h às 23h.Tel.: (91) 3246-9129. 


 


ICE BODE


A empresa foi lançada em 2004 por Jorge Expedito e os filhos José Anísio e Yedda Laiun. Percebendo que Belém já tinha outras sorveterias consolidadas, o pai decidiu escolher um nome que fosse a sua cara. Entre os amigos, Jorge é conhecido como “bode”, por isso a conexão foi rápida: Ice Bode, o gelado do Jorge. As unidades prezam pelo conforto e lazer, com espaço amplo e ambiente para crianças. Os sorvetes são todos criados pelos irmãos José e Yedda. “Nós viajamos, estudamos, vemos as tendências de mercado, provamos e, assim, criamos os novos sabores”, conta Yedda. Os mais pedidos são de frutas regionais, como açaí e tapioca, mas o queridinho mesmo é o Ice Bode (foto), uma mistura de queijo cuia com doce de cupuaçu.


Endereço: avenida Duque de Caxias, 744, esquina da travessa do Chaco – Marco. 


Funcionamento: Diariamente, das 10h até meia-noite.Tel.: (91) 3246-2579.



(Alice Martins/Diário do Pará)

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