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Por que uma cerimônia de casamento ainda desperta tanto interesse e desejos?

sexta-feira, 31/05/2019, 16:21 - Atualizado em 31/05/2019, 17:58 - Autor:


Estamos em pleno século XXI, em que várias normas, instituições e convenções sociais, que em outros anos eram sagradas e inquestionáveis, estão ou se modernizando ou se adequando aos novos tempos. E por que a cerimônia tradicional de casamento, como a conhecemos há séculos, não mudou e continua despertando tanto interesse e desejos dos casais, com raras exceções?

Um dos motivos defendidos por psicólogos e estudiosos do assunto é que poucas instituições são tão propícias para que o ser humano possa desenvolver suas potencialidades e virtudes na busca da excelência ética quanto o casamento. E, para muitos casais, a concretização só se torna possível e real depois de uma cerimônia “oficial”. Para especialistas em Direito da Família, diversas ideologias recentes têm tentado minar a importância da cerimônia, tratando-a como uma construção social imposta por determinadas tradições e clamando por sua “superação”. Nada mais distante da realidade: trata-se de uma instituição natural, fundada na complementaridade biológica, psíquica e social entre os casais.

O que houve ao longo dos anos foi um aperfeiçoamento na compreensão da essência do casamento, e hoje já encontramos diversos tipos de cerimônias, tanto entre casais hetero quanto homo, e até mesmo pessoas casando consigo mesmas. Não importa. Sendo uma convenção ou não, preparar uma festa de casamento tradicional requer cerca de 40 serviços diferentes, desde fotógrafos, maquiadores, cabeleireiros, músicos, até serviços de buffet, iluminação, filmagem, entre outros.

Segundo dados do Instituto de Pesquisa Locomotiva para a Associação Brasileira de Eventos (Abrafesta), em 2016, o brasileiro desembolsou 17 bilhões de reais em eventos sociais, entre eles o casamento. Mesmo com um cenário de crise no país, as festas de casamento, de acordo com o levantamento, estão em ascensão desde o ano de 2013, passando de um milhão ao ano, e os gastos com a cerimônia aumentam, em média, 10,4% ao ano. De 2013 a 2016, o crescimento foi de 25%.

Já com relação ao número total de casamentos no Brasil, caíram 2,3% em 2017 sobre o ano anterior, entre heteros, e houve aumento de 10% entre pessoas do mesmo sexo. É o que apontam as Estatísticas do Registro Civil divulgadas no final de 2018 pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Esse aumento foi puxado especialmente pela alta de 15% do número de casamentos entre mulheres, maior que o de 3,7% entre homens. Ao todo, foram registrados, em 2017, 2.500 casamentos entre homens e 3.387 entre mulheres.

O mesmo estudo indicou que, no Pará, houve um aumento de 31,5% nos registros de casamentos homoafetivos, em 2017. O estudo também mostrou que os meses de julho, novembro e dezembro são os meses mais procurados para a realização de casamentos no estado. Segundo a pesquisa, o mês de junho também merece destaque como o quarto mais procurado.


E para movimentar o mercado local, um Shopping localizado na Av. Centenário, em Belém, recebe, até o próximo dia 9 de junho, a feira “Sim, aceito!”, de 14 às 22h, que está reunindo opções de planejamento de festa, convites, trajes para os noivos, decoração, fotos, filmagens, bolos, doces, buffet, maquiagem e cabelo, entre outros itens. Além dos serviços, a programação terá apresentação musical, dança, desfiles, workshop, bate papo, palestras e casamentos ao vivo.


(Com informações da assessoria)

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