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Você conhece a maderoterapia? Ela pode ser sua grande aliada no Carnaval; Saiba mais

sexta-feira, 01/02/2019, 13:55 - Atualizado em 01/02/2019, 14:53 - Autor:


A maior festa brasileira está chegando e, na hora da folia, milhares de pessoas querem arrasar nas fantasias e estar com a saúde e corpo em dia para curtir cada minuto. E no meio de tantas opções de tratamento, a maderoterapia, massagem colombiana, se destaca por ter uma vasta opção de acessórios.


“Essa é uma técnica completa e eficiente no estímulo da circulação sanguínea e linfática, da produção de colágeno, elastinas e liberação de endorfinas. Dessa forma, promove excelentes resultados como redução de medidas, melhora do aspecto da celulite, diminuição de inchaço e melhor funcionamento do intestino juntamente com sensação de relaxamento e bem-estar”, explica Gabriela Laubé, fisioterapeuta especializada em estética.


O procedimento utiliza ferramentas de madeira específicas e anatômicas para fazer uma remodelagem do corpo. Nesse caso, cada instrumento é utilizado para um determinado fim, substituindo o uso das mãos na execução de uma massagem modeladora. Para Gabriela, a vantagem está na facilidade que o profissional encontra em manter a intensidade e ritmo de manobras do início ao fim da sessão, tornando a técnica muito mais eficiente.


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Os instrumentos usados são: o cogumelo, para ativar a circulação; a copa sueca, que forma um vácuo suave oxigenando os tecidos; rolo esfriado que ativa a circulação de forma mais intensa; rolo cubo para relaxamento muscular e por fim as famosas pantalhas, que além do amassamento, são excelentes para estimular a circulação venosa e linfática.


Sem dúvida, a maderoterapia é muito benéfica ao organismo, mas antes de pensar na estética vale lembrar que a saúde vem em primeiro lugar. “Para realizar o procedimento, é preciso estar atento às contraindicações. Não devem fazer a massagem modeladora com madeiras pessoas com: diabetes e hipertensão descompensadas, trombose, câncer, processos infecciosos, febre, lesões cutâneas e abdome gravídico”, relata Gabriela Laubé.


(Com informações da Assessoria)

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